segunda-feira, 19 de junho de 2017

Com 19 trios elétricos, Parada Gay reúne multidão em São Paulo

Avenida Paulista foi tomada pelos participantes do evento. Anitta, Daniela Mercury e Naiara Azevedo se apresentaram.

A 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo aconteceu neste domingo (18) em São Paulo com previsão de reunir 3 milhões de pessoas. No total, 19 trios elétricos desfilaram em trajeto que começou na Avenida Paulista e desceu a Rua da Consolação, chegando ao Vale do Anhangabaú.
O evento começou oficialmente às 12h30. O tema deste ano é "Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todas e todos por um estado laico". Por volta das 18h30, os trios elétricos haviam chegado ao Vale do Anhagabaú, e o público aguardava os shows, que devem ir até 21 horas.
A Avenida Paulista ficou tomada pelos participantes, vários com fantasias especiais para o evento. A via também estava decorada, e as cores lembrando um arco-íris estão presentes em faixas de pedestres, em balões de gás e no Conjunto Nacional, prédio que é um dos símbolos da avenida.
Anitta e Naiara Azevedo se apresentaram em um dos trios elétricos. Junto com elas, na festa batizada de Chá da Alice, estavam Márcia Freire, ex-vocalista da banda Cheiro de Amor, e a cantora amazonense Lorena Simpson.
Em entrevista à GloboNews, Anitta disse antes de se apresentar: “suas crenças religiosas não têm a ver com a sua orientação sexual. Acho importante que todos aprendam a respeitar as diferenças do outro e a liberdade das pessoas”, afirmou.
Daniela Mercury também foi uma das atrações que levantou a multidão nesta tarde. Ela também se apresentou no encerramento do Carnaval deste ano e na Virada Cultural.
Outro destaque foi a atriz e modelo Viviany Beleboni, de 28 anos, que neste ano estava com uma roupa militar, para criticar o fundamentalismo religioso, o conservadorismo mundial e a falta de espaço para pessoas transexuais no Exército. Em 2015 ela apareceu "crucificada", e em 2016 representou a Bíblia.
A Prefeitura estima que 20% do público da Parada seja composto por turistas. Cerca de 600 mil pessoas que devem sair de outras cidades, estados e até países para participar do evento e movimentar a economia da capital paulista em aproximadamente R$ 45 milhões.
A Prefeitura de São Paulo investiu aproximadamente R$ 1,5 milhão na infraestrutura do evento - a quantia é a mesma disponibilizada para a edição do ano passado, segundo a gestão João Doria.

3 comentários:

Anônimo disse...

O problema maior não é a existência minoritária de uma população homossexual, comum em qualquer país ocidental. A morbidez revela-se hoje nas ditaduras minoritárias, sob o patrocínio da ONU e dos Direitos Humanos sob a ótica de movimentos sociais operosos e agressivos, tidas como "progressistas", na conquista de espaços cada vez maiores, globalizando exteriorizações subversivas que ameaçam usos e costumes, bem como políticas públicas, conforme tradições da civilização até então experimentada. Um grande esforço de rearmamento moral será necessário para recolocar o bom senso nos trilhos - uma tarefa hercúlea que desafia o século 21... Para não falar em rearmamento espiritual, que também faria parte essencial...
Abraço, Jorge

Anônimo disse...

Completamente a opinião.
Mesmo com tantos problemas, não se consegue reunir tantos manifestantes para defender o Brasil da QUADRILHA DE POLÍTICOS "OS TRÊS PODERES". para que se reivindique retomada da ÉTICA, MORAL, RESPONSABILIDADE E À CONSTITUIÇÃO.
Não sei onde vamos parar!
Pode? Festa de gays e sei lá mais o quê. Só falta parada de Maconha, Crack e dos bandidos.

Anônimo disse...

Este é um assunto, que tenho certo constrangimento em meter o bedelho! Ele atenta contra a natureza, onde Deus criou o homem e a mulher para procriar, povoando o planeta Terra. Hoje está tão em voga, que falar mal do homossexualismo é cometer discriminação sujeito a severas punições. Ele na realidade só vem provar o quanto este mundo está atrasado (na casa do Meu Pai há muitas moradas). Não dá para aceitar que uma Parada Gay reúna três milhões de pessoas, enquanto, para reivindicar direitos e exigir ética política, mal conseguimos reunir três mil cidadãos! Fazer o que? Só pedir a Deus, se de fato houver reencarnação, que nasçamos num planeta mais evoluído.

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