sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Polícia Federal identificou o risco de o casal Mantega fugir para a Europa

Mantega e sua mulher “operada” iam viajar para Paris

A Polícia Federal diz ter identificado o risco de o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega fugir do Brasil entre setembro e outubro deste ano. O petista foi alvo da 34ª fase da Operação Lava Jato, na semana passada. Nascido na Itália, Mantega tem dupla cidadania. Investigadores ouvidos pela Folha relatam, em conversas reservadas, que Mantega e a mulher, Eliane Berger, estavam com passagens compradas para Paris com embarque marcado para o dia seguinte ao da detenção, ocorrida na última quinta (22).
Segundo integrantes da PF, após ser alvo de prisão temporária, revogada horas mais tarde pelo juiz Sergio Moro, Mantega remarcou a viagem para 8 de outubro, com retorno previsto para o dia 15 do mesmo mês.
O advogado do ex-ministro, José Roberto Batochio, negou que seu cliente tivesse uma reserva para o dia seguinte à operação, mas confirma que Mantega e a mulher planejavam viajar para Paris no dia 8 de outubro.
O CÂNCER, DE NOVO – Batochio diz que o casal desistiu da viagem devido ao agravamento da saúde de Eliane, em tratamento para combater um câncer.
O advogado de Mantega também rechaça que o petista planejou fugir do país. “Isso é uma sórdida invencionice”, afirmou o defensor.
Entretanto, considerando haver risco de fuga, a PF seguiu monitorando o petista após sua soltura. No início desta semana, a polícia identificou que o ex-ministro petista cancelou a reserva para outubro. De acordo com policiais que participam da investigação, o bilhete comprado garantia ao passageiro a possibilidade de embarcar em qualquer voo em que houvesse vaga – outro ponto rechaçado pela defesa do petista.
PASSAPORTE – Diante do que identificou como plano de Mantega para sair do Brasil, a PF sugeriu informalmente ao juiz Sergio Moro que apreendesse o passaporte do ex-ministro. Até a tarde de terça-feira (27), porém, não havia medidas cautelares que impeçam o ex-ministro de viajar para o exterior.
A Polícia Federal diz ter indícios de que Guido Mantega atuou diretamente para negociar o repasse de recursos ao PT, a fim de pagar dívidas de campanha.
Em depoimento ao Ministério Público Federal, o empresário Eike Batista declarou que foi procurado por ele para fazer um pagamento de R$ 5 milhões ao PT, em novembro de 2012. Na época, o petista era presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
Sob orientação do partido, Eike teria firmado um contrato fraudulento com uma empresa do casal de publicitários João Santana e Mônica Moura, para realizar as transferências. Os pagamentos foram feitos no exterior, num total de US$ 2,35 milhões.
Os recursos estão vinculados a supostos desvios na construção das plataformas P-67 e P-70, da Petrobras, construídas para a exploração do pré-sal, em 2012. A defesa de Mantega nega que ele tenha conversado com Eike a respeito disso.
A decisão do juiz Moro de libertar o ex-ministro irritou a PF e os procuradores envolvidos no caso. Ambos avaliam que o magistrado se submeteu à pressão pelo fato de a mulher de Mantega estar doente.
NO HOSPITAL – O petista foi preso enquanto a acompanhava no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Cinco dias depois da operação, o juiz decidiu soltar os outros sete investigados daquele fase.
O advogado Batochio afirma que a investigação tenta justificar supostos erros cometidos na operação que levaram à prisão do cliente.
“A PF e os procuradores sabem que a prisão pegou muito mal e estão fazendo misérias para convencer a população de que não cometeram ilegalidade. Querem justificar o injustificável. Mantega tem residência aqui, é professor na Fundação Getúlio Vargas, enfim, isso é um absurdo”, afirmou o defensor.
Bela Megale e Gabriel Mascarenhas
O advogado Batochio continua a dizer que a doença da mulher de Mantega (câncer) se agravou. Foi ele quem inventou que ela estava sendo “operada” no momento da prisão, quando fazia apenas um exame de rotina (endoscopia gástrica). Mesmo com o “agravamento” e a “cirurgia”, no dia seguinte ela iria viajar com o marido para se divertir na Europa. Por causa da prisão dele, a viagem apenas foi adiada para o dia 8. Mesmo assim, o advogado continua insistindo na mesma desculpa esfarrapada. A OAB deveria puni-lo por litigância de má fé, por estar transformando a mulher de Mantega numa espécie de José Genoino travestido, aquele que estava para morrer a qualquer momento na Papuda, ganhou direito à prisão domiciliar e está cada vez mais saudável…

Eleição ou enganação ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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A ELEIÇÃO DA SACANAGEM 
Candidatos ruins, plataformas terríveis e defunto doador. O que esperar dessa eleição????
 Espie, pessoal! Compartilhe pra valer!!!

Nos países desenvolvidos, os melhores, são alçados a condição de professor. No Brasil, essa meritocracia não existe

O exemplo disso é que, Ricardo Lewandowski, indicado para ministro do STF pela amizade com a família Lula da Silva, é professor de Teoria do Estado, na Faculdade de Direito da USP.
Segundo a imprensa, o referido ministro, na condição de professor, andou metendo os pés pelas mãos e, após sentar a mesa para presidir o julgamento do Impeachment e lá, junto com Renan Calheiros, ter ignorado a Constituição a fim promover um arrumadinho, para salvar a companheira de partido, Dilma Rousseff, em um dos seus devaneios, "ala Lula Brahma", lamentou o impeachment da ex-presidente durante uma aula na Faculdade de Direito da USP, onde é professor de Teoria do Estado. Na oportunidade, chamou a deposição da “mulher Sapiens” de: “tropeço da democracia”. Logo, por dedução, ele é um dos principais responsáveis pelo dito “tropeço”, porque, como presidente do STF e/ou do julgamento do impeachment, acredito que deveria saber o que estava fazendo ali.
Segundo o ministro professor, o impeachment é fruto do chamado “presidencialismo de coalizão”, derivado, disse ele, da Constituição de 1988 e afirmou: “Deu no que deu. Nesse impeachment a que todos assistiram e devem ter a sua opinião sobre ele. Mas encerra exatamente um ciclo, daqueles aos quais eu me referia. A cada 25, 30 anos, no Brasil, nós temos um tropeço na nossa democracia. É lamentável. Quem sabe vocês, jovens, consigam mudar o rumo da história”.

Nessas eleições NÃO vote nas legendas socialistas

O que há de errado com as nossas escolas? ✰ Artigo, Gustavo Ioschpe

A pergunta que se coloca urgentemente, antes que passemos por mais um impeachment, Lava-Jato ou mensalão, é o que devemos fazer para mudar. A resposta mais óbvia-precisamos que o s pais deem melhores ensinamentos e exemplos para seus filhos – é inexequível. Não podemos nos imiscuir na maneira como pais se comportam em casa. As duas instituições-chave do Estado (portanto, sob nosso controle) que precisam ser acionadas nesta luta são a escola e o Judiciário.
Apesar de todo o blá-blá-blá sobre formar cidadãos conscientes, nossas escolas ajudam na formação de patifes. Porque são, elas mesmas, instituições profundamente antiéticas. Alunos colam em quase todas as provas e os professores fazem vista grossa. Também, pudera: a maioria dos mestres também é aética. Falta às aulas, chega atrasada, não cumpre com suas obrigações profissionais.
O professor médio brasileiro não está em condições morais de cobrar comportamento virtuoso de seus pupilos.
A própria incompetência da nossa escola conspira contra a honestidade: o livro de Almeida mostra que, quanto mais instruída a pessoa, mais séria ela tende a ser.
Ma sem dúvida nosso problema mais importante está na Justiça. Até o mensalão, a sensação de impunidade, de um Judiciário leniente com os poderosos e draconismo com ladrões de galinha, eram compartilhadas por todos. De lá para cá, e especialmente agora com a Lava-Jato, mudamos o paradigma, e é possível acreditar que a exceção vire regra. Mas o sistema joga contra. São amplos recursos, embargos e medidas protelatórias que fazem com que os casos menos célebres morram na vala comum da prescrição. Ainda não assimilamos a máxima de que justice delayed is justice denied: justiça atrasada é justiça negada. A mera expectativa de um processo infinito e custoso faz com que contratos valham pouco mais do que papel de embrulhar pão e se transformem no adubo que nutre os picaretas. Precisamos fortalecer e agilizar nosso Judiciário, melhorar e endireitar nossas escolas. Não vamos a lugar nenhum enquanto a vida pública for habitat de salafrários e, na vida privada, ser ético for sinônimo de otário.
Gustavo Ioschpe - gaúcho, economista com graduação em Ciência política e em Administração estratégica pela Wharton School, na Universidade da Pensilvânia, e mestrado em Economia internacional e Desenvolvimento econômico, pela Universidade Yale, nos Estados Unidos da América.

Garoto de 16 anos fugiu de casa para conhecer o mito Jair Messias Bolsonaro !

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A segurança e a responsabilidade de todos ✰ Artigo do Coronel Paulo Mendes

Em 1988, com o advento da Constituição da República – a cidadã – foi introduzido um capítulo específico para a Segurança Pública, iniciando-se pelo seu artigo 144: “A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio [...]”.
Pois bem! O legislador constituinte sabendo do tamanho e envergadura do tema – Segurança Pública – introduziu o texto “direito e responsabilidade de todos”, ou seja, “todos” passaram a ser corresponsáveis pela nossa “segurança” do dia-a-dia. Parece-me, que ali, no “todos”, vislumbrou-se a possibilidade de melhorar a segurança da população ou quem sabe de “tirar” a responsabilidade do Estado.
Mas vamos em frente, o que “todos” fizeram neste tempo? Por necessidade de sobrevivência efetivaram grades, cercas elétricas, alarmes, cães de guarda, segurança particular, seguros e, por aí, vai. E, na rua, orientados a portar seus pertences grudados no corpo, evitar os “lugares e horários impróprios”, os carros agora com Global Positioning System (GPS) e também com seguros e, por aí, continua.
E o Estado o que fez? Reduziu os orçamentos e efetivos da área de Segurança Pública. Lá se vão três décadas, desarmou a população e a insegurança por consequência se generalizou.
Agora, “todos” não sabem mais o que fazer, estão perdido e cada vez mais inseguro. O Estado, sem orçamento, através de suas autoridades, continua a chamar “todos” para a solução do problema.
Mas e daí! “Todos”, cada vez mais vitimados pela bandidagem, o que mais podem fazer? Assistir a criminalidade avançar, manifestar indignação [...]? O certo é que a insegurança continua cada vez mais intensa.
Aliás, no ponto, Crime Index 2016 Mid Year posicionou Porto Alegre como a 9ª cidade mais violenta do mundo, atingindo 23,33 pontos no índice de segurança, sendo que a cidade melhor ranqueada, com menor violência, atingiu 86,33 pontos.
Penso, como sugestão, que as autoridades, em todos os níveis, devem por primeiro modificar o discurso, ou seja, chega de falar no “todos” e assumam o seu dever que é do Estado. A população quer proatividade do Estado. Assim, almejamos ao Secretário Schirmer, recém-empossado, com sua equipe, que fortaleça e direcione a Segurança a outro patamar, de forma que a tão desejada paz social seja enfim alcançada.
Paulo Roberto Mendes Rodrigues - Coronel, Ex-Comandante da Brigada Militar

Obrigado, Dilma!

Adriano Gabiru, ex-jogador do Inter, morreu?

Adriano Gabiru morreu? Não. O ex-jogador do Inter teve seu nome envolvido em mais um boato maldoso que circula pela internet. 
A informação equivocada foi divulgada pelo S.E.R Panambi, último clube que o meia-atacante jogou. Segundo a nota, "o jogador se envolveu em um acidente na madrugada desta quinta-feira (29) na Estrada da Encarnação, no município de Panambi, RS, enquanto voltava da comemoração de aniversário de um amigo (...) teve a morte confirmada nesta tarde pelo Hospital Panambi, para onde foi levado. O corpo deve viajar ainda nesta quinta para Maceió, cidade natal de Adriano, onde será velado e enterrado no Campo Santo Parque das Flores, nesta sexta (30)."
Rapidamente, os rumores sobre a morte de Adriano Gabiru repercutiram nas redes sociais, mas o boato foi desmentido pela esposa do ex-jogador e depois pelo próprio atleta. Em conversa com o jornal Zero Hora, Gabiru falou sobre seu suposto acidente de carro na cidade de Panambi, no interior do Rio Grande do Sul. "Não sei que história é essa. Deve ter sido outro Adriano," disse o ex-jogador.
Adriano Gabiru e Andreia Fraga estão em Curitiba, como informou o ZH. 
O ex-jogador Adriano Gabiru marcou o gol do título mundial do Internacional em 2006, contra o Barcelona.
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Veja porque brigam pelo nosso voto! E nós ainda pensamos que vão fazer algum bem para nós. Ledo engano!

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Inacreditável! Você sabia disso?

Se você anular seu voto não pode reclamar se o eleito decepcionar

A pior opção que o eleitor pode ter é votar em branco e, principalmente, anular seu voto. A eleição de domingo é mais importante do que se possa imaginar. Ela diz respeito à cidade em que você.mora e sua omissão pode colocar à frente dos destinos de sua comunidade por quatro anos alguém sem nenhuma capacidade. Infelizmente, até mesmo escolher o candidato "menos pior" pode ser a melhor opção;
Portanto, NÃO SE OMITA. NÃO ANULE SEU VOTO!

Saiba o que pode e o que não pode na reta final da eleição

Propinoduto: Lava-Jato investiga empresas de Lula ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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Operação quer saber quanto de propina recheou contas das empresas do petista. 
Espie pessoal!! Compartilhe!!!

Militares são contra, mas governo quer incluí-los na reforma da Previdência

O Palácio do Planalto sabe que não será fácil, que a resistência será grande, mas está disposto a incluir, mesmo que de forma restrita, os militares na reforma da Previdência. Na avaliação de auxiliares do presidente Michel Temer, não há como mexer com as regras de todos os trabalhadores e deixar de fora dos militares, ainda que todos reconheçam o caráter diferencial da categoria.
Técnicos do governo já se reuniram com representantes de militares por diversas vezes, e sempre o discurso foi mesmo do lado da caserna: não há porque mexer no sistema atual de aposentadorias e de pensões. O governo, porém, diz que, do jeito que está, o sistema é insustentável, com deficit anual superior a R$ 32 bilhões, rombo bancado, integralmente, pelo Tesouro Nacional.
A meta do governo é fazer alguma alteração na concessão dos benefícios, como, por exemplo, atrasar em cinco anos a ida dos militares para a reserva, de 30 para 35 anos. Também há disposição do governo em mexer nos benefícios concedidos às filhas de militares. As regras para que elas recebam pensões mesmo depois de adultas ficaram bem restritas desde 2001. Mas há brechas que o governo quer fechar.
É possível que projeto de reforma da Previdência que o governo quer enviar ao Congresso pouco depois das eleições municipais seja apresentado entre hoje e amanhã a Temer.

Eficientes na destruição ✰ Análise de Carlos Alberto Sardenberg

Brasil do PT criou sistemas ineficientes e corruptos dos principais setores da economia aos mais simples serviços públicos

Quanto tempo, dinheiro, energia e criatividade o pessoal da Odebrecht gastou para montar e manter por tantos anos o tal “Departamento de Operações Estruturadas”? O sistema supervisionava, calculava e executava os pagamentos de comissões — propinas, corrige a LavaJato — referentes a grandes obras no Brasil inteiro e em diversos outros países.
Considere-se ainda que os pagamentos deviam ser dissimulados, o que trazia o trabalho adicional de esconder a circulação do dinheiro e ocultar os nomes dos destinatários. Coloquem na história os funcionários que criavam os codinomes dos beneficiários — Casa de Doido, Proximus, O Santo, Barba Verde, Lampadinha — e a gente tem de reconhecer: os caras eram eficientes.
Nenhuma economia cresce sem companhias eficientes. Elas extraem mais riqueza do capital e do trabalho e, com isso, reduzem o custo de produção, entregando mercadorias e serviços melhores e mais baratos. Pois o “Departamento de Operaões Estruturadas” foi eficiente na geração de uma enorme ineficiência.
Tudo aquilo é parte do custo Brasil — encarece as obras, elimina a competição, afasta empresas de qualidade e simplesmente rouba dinheiro público. Há aqui dois roubos: um direto, o sobrepreço que se coloca nas obras para fazer o caixa que alimenta as propinas; o outro roubo é indireto e mais espalhado.
Está no aumento dos custos de toda a operação econômica. Na última terça, a Fundação Dom Cabral divulgou a versão 2016 do ranking mundial de competitividade, que produz em associação com o Fórum Econômico Mundial. O Brasil apareceu no 81º lugar, pior posição desde que o estudo é feito, atrás dos principais emergentes, bem atrás dos demais países do Brics.
Mais importante ainda: se o Brasil caiu 33 posições nos últimos seis anos, os demais emergentes importantes ganharam posições com reformas e mais atividade econômica. Prova-se assim, mais uma vez, que a crise brasileira é “coisa nossa”, genuína produção nacional. Os governos Lula 2 e Dilma foram tão eficientes na geração do desastre quanto a Odebrecht com suas operações estruturadas.
Uma política econômica que provoca recessão — por três anos seguidos — com inflação em alta, juros elevadíssimos e dívida nas alturas, tudo ao mesmo tempo, com quebradeira geral das maiores estatais — eis uma proeza que parecia impossível. Para completar, a eliminação de qualquer critério de mérito na montagem do governo e suas agências arrasou a eficiência da administração pública e, por tabela, da empresa privada que tinha negócios com esse governo.
Em circunstâncias normais, numa economia de mercado, a empresa privada opera tendo como base as leis e as regulações que devem ser neutras e iguais para todos. A Petrobras precisava ter regras públicas para contratação de obras e serviços. Em vez disso, o que a Lava-Jato nos mostrou? Um labirinto de negociações escondidas, operações dissimuladas, manipulações de lei e regras.
Às vezes, a gente pensa: caramba, não teria sido mais simples fazer a coisa legal? Sabe o aluno que gasta enorme energia e capacidade bolando uma cola eficiente e acaba descobrindo que gastaria menos estudando? A diferença no setor público é que o estudo não dá dinheiro. A cola dá um dinheirão para partidos, seus políticos, amigos e companheiros.
Nenhum país fica rico sem ganhos de produtividade. O Brasil da era PT perdeu produtividade. Mas, pior que isso, criou sistemas ineficientes e corruptos desde os principais setores da economia — construção civil, indústria de óleo e gás — até os mais simples serviços públicos, como a concessão de bolsa-pescador ou auxíliodoença.
Carlos Alberto Sardenberg - Jornalista

Quem vai acompanhar esse idiota?

Raul Pont (PT-RS) integra a lista dos Top 10 mais rejeitados do Brasil

O ex-prefeito, ex-deputado e ex-presidente estadual do PT, Raul Pont, é disparado o candidato mais rejeitado das eleições deste ano em Porto Alegre.
Ele foi ultrapassado pelo tucano Nelson Marchezan e agora ocupa a terceira posição, mas tecnicamente ainda tem condições de ir para o segundo turno, aplicando-se no seu caso a margem de erro.
Raul Pont é também um dos 10 candidatos que registram maiores rejeições do eleitorado, com 35%.
A lista do Top 10 é integrada por quatro candidatos do PT e outros cinco aliados, inclusive a comunista Jandira Feghalli, Rio.

Jovem vai no meio de uma manifestação de comunistas, pede a palavra, e começa a mitar

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‘Mundo de sombras’ ✰ Artigo de Eliane Cantanhêde

O céu era o limite para Antonio Palocci Filho, mas, na versão do juiz Sérgio Moro, ele preferiu esgueirar-se por um “mundo de sombras que encobre sua atividade”, atirar-se no colo da empreiteira Odebrecht, fazer as maiores tramoias e reunir somas inimagináveis sob o pretexto da eternização do PT no poder. Palocci poderia ser tudo, mas acaba como um triste troféu de luxo entre os presos da Lava Jato.
Tivesse mantido a aura de médico sanitarista, prefeito bem-sucedido de Ribeirão Preto (SP) e ás do diálogo e da composição, Palocci teria todas as condições para disputar a sucessão de Lula em 2010. Tinha um patrimônio pessoal: sólidas relações em três mundos cada vez mais embolados, o político, o empresarial e o financeiro. E tinha um patrimônio herdado de Lula: o crescimento econômico de 7,5% naquele ano.
Seria imbatível dentro do governo, da base aliada e do próprio PT, já que José Dirceu tinha a máquina do partido, mas jamais foi próximo o suficiente de Lula para ser lançado por ele à Presidência e começou a balançar já no início da era petista, quando seu braço direito, Waldomiro Diniz, foi flagrado pedindo propina… a um bicheiro. Dirceu foi afundando até ser tragado pelo mensalão. Quanto mais ele submergia, mais Palocci emergia.
Dirceu caiu da Casa Civil de Lula em junho de 2005 e Palocci caiu da Fazenda menos de um ano depois, metido numa casa suspeita no bairro mais rico de Brasília e em figurinos bem diferentes do jaleco do médico do bem, cara bonachão, maridão exemplar, político acima de qualquer suspeita. Segundo o caseiro Francenildo Pereira, a tal casa era usada para orgias à noite e para acomodar pastas de dinheiro durante o dia.
O destino ainda deu uma segunda chance a Palocci. Por intermédio de Lula, virou o cérebro da campanha de Dilma Rousseff, caiu nas graças dela e voltou por cima a Brasília: do antigo Ministério da Fazenda, subiu para a chefia da Casa Civil, no Planalto. Mas ele desabou de novo, agora sob o peso de contas milionárias, empresas mal explicadas e negócios esquisitos que, tantos anos depois, continuam vagando como fantasmas – dele e do PT.
O “Italiano”, como Palocci é chamado nos e-mails da Odebrecht, deveria ser o guardião da economia nacional, mas cuidava era das contas milionárias do PT e era pau para toda obra da maior empreiteira do País. É suspeito de dar jeitinhos para ajustar regras de IPI numa medida provisória, favorecer a empresa no nebuloso negócio dos navios-sonda e mergulhar até no projeto de submarinos da Marinha, o Prosub. Como “é dando que se recebe”, Palocci é acusado pelos investigadores de dar uma força para a Odebrecht com uma das mãos e embolsar uma gorda porcentagem com a outra.
Lá atrás, com a queda de Dirceu e de Palocci em 2005 e 2006, Lula chegou a namorar a tese de um terceiro mandato, mas os amigos e o bom senso entraram em campo para dissuadi-lo dessa saída “bolivariana” e só restou para sua sucessão em 2010 o nome de Dilma, que não tinha a liderança política de Dirceu nem a habilidade pessoal e o trânsito de Palocci. Uma tragédia.
A vida não é feita de “se”, mas impossível não derivar para uma reflexão quando Palocci é preso pela Lava Jato: se fosse realmente grande, como se imaginava, ele poderia ter sido o candidato do PT à Presidência em 2010 e toda a história poderia ter sido muito diferente. Mas Palocci, segundo o despacho de Moro, preferiu usar as campanhas e os mais altos cargos da República para achacar empresários, fazer negócios escusos e amealhar a bagatela de R$ 128 milhões (fora os R$ 70 milhões ainda em investigação) para o PT. Moral da história: ao tentar eternizar o partido no poder, ele se transformou no oposto – em agente decisivo para ameaçar o PT de extermínio.
Eliane Cantanhêde - colunista do Estadão e comentarista do telejornal Globonews Em Pauta, da Rádio Estadão e da Rádio Metrópole da Bahia.

O saltador de vara que não ganhou medalha

O PT lidera lista de piores prefeitos das capitais brasileiras; PMDB e DEM, o de melhores

Há 26 prefeitos administrando as capitais brasileiras. O Globo fez uma lista com os 5 piores e os 5 melhores. Como esperado, o mais mal avaliado pertence ao PT. Mas não é Fernando Haddad. Nesta leitura, há quatro outros gestores fazendo ainda mais feio.
Os 5 piores prefeitos das capitais brasileiras, com suas respectivas avaliações positivas e negativas:
  1. Paulo Garcia (PT – Goiânia)
    5% positivo x 62% negativo
  2. João Alves Filho (DEM – Aracaju)
    10% positivo x 59% negativo
  3. César Souza Júnior (PSD – Florianópolis)
    10% positivo x 56% negativo
  4. Mauro Nazif (PSB – Porto Velho)
    12% positivo x 53% negativo
  5. Fernando Haddad (PT – São Paulo)
    15% positivo x 53% negativo
Na outra ponta, rola uma empate na liderança. E dois prefeitos dividem as melhores avaliações: Teresa Surita, do PMDB, e ACM Neto, do DEM. Mesmo em tão má conta com a opinião pública, o PT consegue emplacar o terceiro lugar (ou o segundo, a depender do ponto de vista). No caso, com Marcus Alexandre, de Rio Branco.
  1. Teresa Surita (PMDB – Boa Vista)
    72% positivo x 4% negativo
  2. ACM Neto (DEM – Salvador)
    72% positivo x 4% negativo
  3. Marcus Alexandre (PT – Rio Branco)
    65% positivo x 6% negativo
  4. Luciano Cartaxo (PSD – João Pessoa)
    50% positivo x 11% negativo
  5. Firmino Filho (PSDB – Teresina)
    48% positivo x 8% negativo
Como é possível notar, três partidos surgem nas duas listas: PT, DEM e PSD.

Treinamento duro, combate fácil ✰ Comentário de Luiz Carlos Prates

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Aplicativo ajudará o vereador a saber em tempo real a opinião dos seus eleitores

Este aplicativo, App, que pode ser baixado do Android ou IOS, promete ser uma ferramenta que radicalizará a democracia, segundo o que mandou dizer ao editor o trabalhista Rodrigo Finckler, o Rodrigão, experiente empreendedor privado e homem público, que disputa uma cadeira de vereador em Canoas, Porto Alegre. O que ele conta sobre o App:
- É uma ferramenta com código relativo ao número do celular. Ele permite inscrever até 30 pessoas no seu relacionamento direto. Feito isto, toda e qualquer matéria colocada em votação na câmara, que incida diretamente na vida do contribuinte, será enviada para este App, onde o eleitor receberá o texto, com seus prós e com seus contras.
Com a opinião do vereador, o usuário após ler, escolherá as opções SIM ou NÃO e depois confirmar. 
Independente da pretensão do vereador, ele sempre seguirá a maioria absoluta dos votos. O aplicativo fechará o plebiscito e mandará a porcentagem, podendo ser totalmente aberta ao eleitor. 

Fotos dos candidatos do PT

Mãe do cantor Wesley Safadão tem candidatura cassada no Ceará

Maria Valmira Silva de Oliveira, a Dona Bill, era candidata a vice-prefeita da cidade de Aracoiaba
e foi acusada de abuso de poder econômico e político.

Mãe de Wesley Safadão, Maria Valmira Silva de Oliveira, a Dona Bill (PR-CE), teve sua candidatura cassada nesta quarta-feira, 28. A política, que tentava sua reeleição como vice-prefeita de Aracoiaba, no Ceará, é acusada de prática de abuso de poder econômico e político. Seu companheiro de chapa, Antônio Cláudio Pinheiro, também teve a candidatura cassada. Na decisão, publicada no Diário de Justiça do estado, a juíza Cynthia Nóbrega Pereira F. Thomáz, da 67ª zona eleitoral, ainda determinou a inelegibilidade dos políticos por oito anos.
"A Coligação Novas Ideias para Mudar protocolizou Ação de Investigação Judicial Eleitoral (fls. 02/75) em desfavor de Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira, respectivamente, Prefeito e Vice-Prefeita do município de Aracoiaba/CE. A ação está fundamentada na prática de abuso de poder econômico e político, entre os meses de janeiro a julho de 2016, doações de veículos com recursos próprios da Vice-Prefeita, divulgação no site oficial da Prefeitura Municipal de Aracoiaba, divulgação no programa de rádio da FM Maior de Baturité em entrevista realizada com a própria Vice-Prefeita, auto-promoção em site oficial da Prefeitura Municipal, resultando na quebra da igualdade entre os candidatos, prejudicando, sobremodo, a lisura do pleito", diz o processo.
Em seu perfil no Facebook, Antônio Cláudio Pinheiro repudiou a decisão. "A Coligação Aracoiaba Governo do Povo Pensando o Futuro vem a público repudiar de forma veemente as mentiras e ilações maliciosas que têm sido veiculadas pelas redes sociais e palanques eleitorais. Informamos que continuaremos firmes com o propósito de realizar uma campanha limpa, propositiva, voltada a discutir o desenvolvimento e o futuro de Aracoiaba", diz a nota oficial.
Veja a decisão da Juíza Cynthia Nóbrega Pereira F. Thomáz
"Acolho a investigação judicial eleitoral, reconhecendo que Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira praticaram abuso do poder econômico e político, e julgo procedentes os pedidos formulados na petição inicial e, em conseqüência:
1 - decreto a inelegibilidade de Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira em relação às eleições municipais/2016 (inelegibilidade simples), bem como a inelegibilidade em relação às eleições que se realizarem nos 08 (oito) anos seguintes, contados da data das últimas eleições municipais, ou seja, 02/10/2016 (inelegibilidade potenciada).
2 – casso os registros de candidatura concedidos em favor de Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira, com perda, ex nunc, de eficácia.
3- determino a remessa dos autos ao ministério público eleitoral para instauração processo disciplinar e, se for o caso, de ação penal, juntamente com quaisquer outras providências que a espécie comportar."

30 de setembro - Dia Municipal do Ascensorista

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

No Brasil, o crime organizado resolveu disputar a eleição a bala

Na foto, o Vice governador está ao lado do candidato a prefeito, que se encontra de camisa vermelha.
Mas ele não era Petista, por que petista, agora não usa mais camisa vermelha.

No Rio de Janeiro, local onde há poucos dias estava sendo realizada as Olimpíadas, a violência tomou conta das eleições e apesar da presença do Exército nas ruas, já se contabiliza nove pré-candidatos e vereadores da Baixada Fluminense executados a tiros, desde novembro do último ano. Ainda sem confirmação da relação entre as mortes e se foram, ou não, motivadas por disputas políticas, a violência amedronta as prévias das eleições municipais deste ano no Estado do Rio de Janeiro. Segundo a imprensa, a onda de assassinatos de políticos e pré-candidatos na Baixada Fluminense escancara a penetração do crime na vida pública.
Há quatro dias para a eleição na qual serão eleitos: prefeitos e vereadores das cidades brasileiras o crime organizado está insone e, certo de que não conseguirá manter o poder nas mãos, resolveu partir para disputar o pleito na bala.
Hoje, em Goiais, o vice-governador José Eliton (PSDB), de 44 anos, foi baleado no abdômen durante uma carreata, em Itumbiara, região sul de Goiás. Um atirador atingiu quatro pessoas e foi morto por seguranças do vice-governador. Três morreram: o candidato à prefeitura de Itumbiara José Gomes da Rocha (PTB), de 58 anos, o cabo da PM Vanilson João Pereira, da escolta do vice, e o atirador. Imagens mostram o tumulto e barulho de tiros no momento do atentado. 
Segundo policiais, que estão no local do crime, o atirador foi identificado como Gilberto Ferreira do Amaral, de 53 anos, funcionário da prefeitura. Ele foi atingido e morreu.
Segundo a assessoria de imprensa do Governo de Goiás, o atirador estava em um carro, parou na frente do veículo onde Eliton e José Gomes estavam e, sem esconder o rosto, efetuou vários disparos. O Vice-governador foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Modesto de Carvalho, em Itumbiara. Uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea de Goiânia está a caminho da cidade para transportar o vice-governador para a capital.

Bolsonaro revela a verdade sobre Che Guevara que para muitos idiotas é um herói

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Justiça foi feita. TJSP anula condenações de policiais acusados do Massacre do Carandiru

O Tribunal de Justiça de São Paulo anulou hoje (27) os quatro julgamentos que condenaram 73 policiais militares pelo Massacre do Carandiru. Os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal do Júri responsáveis pelo recurso da defesa dos réus entenderam que não há elementos para mostrar quais foram os crimes cometidos por cada um dos agentes. Com isso, deverão ser realizados novos julgamentos.
O presidente da 4ª Câmara, desembargador Ivan Sartori, chegou a pedir a absolvição dos réus em vez da realização de um novo julgamento. Porém, a posição não foi aceita pelos demais quatro membros do colegiado presentes na sessão.
No dia 2 de outubro de 1992, a Polícia Militar de São Paulo matou 111 presos em operação para controlar uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo. Conhecido como Carandiru, o presídio inaugurado em 1920 funcionava na zona norte da capital. O local chegou a abrigar 8 mil detentos no período de maior lotação. A unidade foi desativada e parcialmente demolida em 2002.
Por envolver grande número de réus e de vítimas, o julgamento foi dividido, inicialmente, em quatro etapas, de acordo com o que ocorreu em cada um dos pavimentos da casa de detenção. Os 73 réus foram condenados a penas que variam de 48 a 624 anos. Um dos acusados foi julgado em separado, sendo igualmente condenado.
Durante o seu voto, o relator, desembargador Ivan Sartori, classificou o processo que resultou nas condenações de “revoltante”. Na avaliação dele, houve falha ao identificar quais foram a condutas dos policiais ao entrarem no presídio. “Nesse processo não se sabe quem matou quem, quem fez o quê”, disse, exaltado, ao apresentar sua posição. “Como julgador, nunca vi processo tão kafkaniano”, disse em referência ao escritor tcheco Franz Kafka, que retrata de forma surrealista o absurdo da burocracia jurídica.
Ao mencionar diversos depoimentos, Sartori destacou que há provas de que em vários momentos foram encontradas armas dentro do Carandiru, o que vai ao encontro da versão de que os policiais reagiram a tiros disparados pelos detentos. Por isso, o magistrado também defendeu a tese de que não houve um massacre, mas que os policiais, na maioria, agiram em legítima defesa, obedecendo a ordens hierárquicas.
Nesse sentido, o desembargador Edison Brandão defendeu a legitimidade da ação contra os presos rebelados. “Não era um exército de extermínio, era uma força militar-policial”, ressaltou durante seu voto.
Perícia
O revisor do caso, desembargador Camilo Léllis, lembrou os problemas da perícia, em especial a balística, para verificar a origem dos tiros que mataram os presos. “A perícia foi muito malfeita. Uma perícia duvidosa”, enfatizou. O magistrado reconheceu, entretanto, que os policiais passaram do limite. “O excesso não se pode negar: 111 presos mortos, nenhum policial.”
Na ocasião, os projéteis retirados dos corpos das vítimas ficaram guardados, uma vez que o Instituto Médico-Legal alegou que não tinha meios para fazer aquele número de análises. “Verifiquei que não houve interesse do governo de que se realizasse essa perícia. Porque bastava ter adquirido um equipamento mais moderno, em vez de se gastar em propaganda”, ressaltou Léllis ao acusar o governo estadual de não ter se esforçado para solucionar o caso.
A análise balística nunca chegou a ser feita. “Os projéteis apreendidos sumiram de dentro do fórum”, lembrou a advogada de parte dos réus, Ieda Ribeiro de Souza. Para ela, os policiais acabaram sendo condenados diante da incapacidade de responsabilizar os comandantes da operação. “Já que nós não conseguimos pegar o culpado real, que é o governador Fleury Filho [governador à época], vamos pegar o elo mais fraco”, disse ao pedir a anulação dos julgamentos.
Acusação
A procuradora Sandra Jardim rebateu alguns dos pontos técnicos levantados pela defesa, que acabaram rejeitados pelos desembargadores, e destacou os elementos que apontam abusos da ação policial. Segundo ela, muitos foram mortos sem roupas no interior das celas. “Quando os presos já estavam desarmados, acuados e rendidos”, ressaltou a representante do Ministério Público.
Sandra ainda acusou os policiais de tentar eliminar as provas dos crimes. “Nenhum projétil ou estojo vazio foi encontrado no local”, afirmou, com base nos depoimentos colhidos durante o processo.
Em ocasiões anteriores, o ex-governador se manifestou sobre o assunto. Fleury explicou que os fatos ocorreram na véspera das eleições municipais e que, no dia, ele estava em Sorocaba, no interior do estado, em campanha com um candidato da cidade. Fleury disse que foi informado sobre uma rebelião em São Paulo, mas que “as coisas estavam sob controle”.

PF tá prendendo santo

 
 

Banco Central encontra quase 31 milhões em contas ligadas a Palocci

O juiz Sergio Moro havia decretado o bloqueio de até R$ 128 milhões de Palocci, 
valor que os investigadores estimam ter sido pago pela Odebrecht ao PT

Por ordem do juiz Sergio Moro, o Banco Central bloqueou esta semana quase 31 milhões de reais das contas correntes do petista Antonio Palocci, ex-ministro dos governos Lula e Dilma preso na Operação Lava Jato. Investigado por relações obscuras com a empreiteira Odebrecht, cujos interesses representava no Palácio do Planalto, Palocci foi detido na última segunda-feira sob suspeita de ter recolhido propina e de atuar diretamente como intermediário dos interesses da Odebrecht, a maior empreiteira do país e cujo diretor-presidente, Marcelo Odebrecht, está atrás das grades desde junho do ano passado.
Sergio Moro havia decretado o bloqueio de até 128 milhões de reais em recursos das contas de Palocci, e o mesmo montante para os assessores do petista Juscelino Dourado e Branislav Kontic e duas empresas investigadas na 35ª fase da Lava Jato, incluindo a Projeto Consultoria Empresarial e Financeira. Na Projeto Consultoria Empresarial e Financeira, empresa de Palocci, foram encontrados 30.064.080,41 reais, já bloqueados. Nas contas correntes do ex-ministro em três bancos, foram amealhados mais 814.648,45 reais, sendo o maior valor no Bradesco – 694.186,76 reais.
Ao executar o bloqueio de valores, o Banco Central registrou que não foi encontrado um único centavo nas contas registradas em nome de Juscelino Dourado. Na conta de Kontic, apenas 1501,03 reais.
Palocci já foi objeto de comunicações de operações financeiras no valor de 211 milhões de reais entre 2010 e 2015 em relatórios produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), órgão do Ministério da Fazenda que investiga lavagem de dinheiro. A maior parte do dinheiro foi movimentada por meio da Projeto, empresa do ex-ministro. O COAF enumerou operações suspeitas de Palocci em pelo menos 11 comunicações enviadas ao Ministério Público, à Polícia Federal e à CPI do BNDES.
O relatório do COAF cita vários outros nomes de empresas e pessoas jurídicas, que agora poderão ser definitivamente levados para o epicentro do escândalo. Entre os remetentes de recursos para a conta bancária da empresa de Palocci estão o empresário Edson de Godoy Bueno, ex-dono da Amil, com 20 milhões de reais, e a montadora CAOA, com 5,3 milhões de reais. A CAOA está envolvida em um esquema de compra de medidas provisórias e já vinha sendo investigada nas operações Acrônimo e Zelotes.
Laryssa Borges
Vai ser difícil Antonio Palocci explicar toda essa fortuna de R$ 31 milhões em contas apenas com consultorias. Não custa lembrar que em 2011, Palocci comprou um apartamento de luxo em São Paulo, que custou R$ 6,6 milhões (valor da época), hoje vale muito mais. No mesmo ano comprou um escritório na capital paulista de quase R$ 1 milhão.

Lava-Jato, agora, está muito além da Petrobrás ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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Polícia Federal está com a lista dos codinomes que levaram dinheiro de propina via Odebrecht. 
Quem é o guerrilheiro? Tenho uma suspeita!!! Saiba tudo pessoal!!!

China aprova Lei que pune com Pena de Morte os políticos corruptos

O Tribunal Popular Supremo da China e os Promotores Estaduais aprovaram uma lei que dá Pena de Morte para os líderes corruptos que paguem ou recebam subornos superiores à de US$ 463.000 dólares. Já para valores inferiores as sanções serão outras.
Esta medida passou a ter efeitos a partir da data da sua publicação, em Junho de 2016. E faz parte de uma revisão do Código Penal de 2015, onde os valores exactos não eram estipulados para justificar ou não a aplicação da pena de morte.
Mas se os acusados confessarem os crimes ou devolver o dinheiro desviado, a pena de morte será suspensa, na verdade, isso significa uma comutação à prisão perpétua, o que é habitual para casos de corrupção no país.
Além disso, os colegas ou subordinados destes, podem ser também julgados por cumplicidade se não denunciar a corrupção dos colegas próximos, mesmo se eles forem parte de sua família.

A maior fábrica de bandidos do planeta

Lula visita o nordeste e candidatos do PT afundam no Recife e em Fortaleza

Já sabemos que a situação do PT não anda nada boa no Sul/Sudeste. Em São Paulo, por exemplo, existe a chance real de o atual prefeito (petista) Haddad não ir para o segundo turno e nem mesmo dele participarem os demais candidatos historicamente ligados ao partido.
No Rio, Jandira Feghalli (PC do B), após receber apoio expresso de Dilma Rousseff e Lula, caiu nas pesquisas. Até então, sua presença no segundo turno era quase certeza.
Pois o fenômeno não se restringe a regiões em que o PT já tinha dificuldades. Agora, a coisa também ocorre no Nordeste.
E bem na época em que Lula resolveu fazer uma visita. Vejamos os casos:
RECIFE
Entre 18 e 21 de agosto, o IBOPE fez pesquisa eleitoral e o candidato João Paulo, do PT, tinha 27%. Estava na liderança, seguido de Geraldo Julio (PSB), atual prefeito, com 26%. Pois a última pesquisa, agora de setembro,atesta a virada: o pessebista passou a 39% e o petista está com 29%. Para piorar, o terceiro colocado, do PSDB, foi de 11 para 15% (votos que tendem a migrar para o atual prefeito num segundo turno).
FORTALEZA
Lula esteve EM PESSOA na cidade de Fortaleza/CE, para ajudar a candidata petista Luizianne Lins (ex-prefeita da cidade). Ela então estava no terceiro lugar e neste mesmo terceiro lugar continuou, mas oscilando para baixo. Foi de 16 para 15%. A disputa na capital cearense se mantém entre Roberto Cláudio (PDT), com 34%, e Capitão Wagner (PR), com 28%.
***
Pois é. Lula não é mais aquele nem no Nordeste. Até mesmo lá, como se vê, é mau negócio eleitoral aparecer a seu lado.

A quem interessa a impunidade Pelas 10 medidas já! ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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Vamos pensar pessoal! Precisamos continuar na luta pelas 10 Medidas Contra Corrupção. 
Querem acabar com o projeto. Entenda porquê!

As “mãos limpas” dos políticos gaúchos ✰ Artigo de Marcelo Aiquel

Tivemos, por parte da força tarefa da Lava Jato – quando explicava os argumentos que embasaram a prisão do Antonio Palocci – mais uma comprovação da enorme falácia que é repetida insistentemente pelos “éticos” políticos gaúchos (especialmente os “esquerdopatas”).
        Eles, que se acham os únicos corretos desta terra e clamam pela refundação ética do PT, perderam novamente a oportunidade de provar que realmente não tem a mesma índole criminosa dos seus companheiros nacionais.
        Pois, não é que a PF descobriu que, entre as inúmeras falcatruas patrocinadas pelo “cumpanhero Paloffi” – como fala o Lula, se cuspindo todo – estava à remessa de propina para a construção da 3ª Perimetral, aqui em Porto Alegre.
        A referida obra; que começou a ser tocada no governo do “sério” Raul Pont/PT (o candidato que não teve a vergonha de esconder a estrela e o nome do seu partido na atual campanha para a Prefeitura), e foi continuada na gestão do “peremptório” Tarso Genro/também um PeTezão de carteirinha (outro que se julga corretíssimo, mas não engana a mais ninguém); além de ter ignorado a construção de viadutos nos principais cruzamentos, ainda teve distribuída uma verba ilegal que “lubrificou” os bolsos do PT local.
        Assim como ocorreu na CPI do jogo do bicho (lembram-se do valente guerrilheiro Diógenes se acovardando ao depor?), é claro que o PT gaúcho não tinha participação na safadeza. Que sonora cara de pau!
        Pois agora que a verdade emerge, o que dirão os líderes do petismo regional? Ora, o mesmo de sempre: que o probo Olívio mora naquele velho e singelo apartamento e só anda de ônibus na cidade. O Pont, então: nunca se envolveu nisso. Já o “ético” Tarso vai negar tudo, “peremptoriamente”. E os outros? Ofendidos, dirão que tudo não passa de uma perseguição autoritária, que remete aos tempos da “ditadura”. Será que alguém decente ainda acredita neste surrado Mimi mi? Sem nenhum interesse pessoal, eu duvido muito! Mas, como o fanatismo fala mais alto, é até possível que algum incauto ainda compre alhos por bugalhos.
        Enquanto isso, seguimos aguentando o discurso das “mãos limpas”.
        Como aquela candidata raivosa (mais conhecida por “cavalo do comissário”) esqueceu – igual a um passe de mágica – suas origens, que agora faz questão de pisotear.
        Mas, eu ainda acredito nas “mãos limpas” desta gente.
        Principalmente depois de serem muito esfregadas com uma boa dose de álcool gel!
Marcelo Aiquel – advogado, Porto Alegre (26/09/2016)

Como o PT vai perder as eleições

Dilma não aprendeu a lição e não esqueceu o que não aprendeu ✰ Opinião de Políbio Braga

Na primeira entrevista que concedeu a uma emissora de TV desde que foi expurgada do governo e cassada, Dilma Roussef declarou em alto e bom som que "eles não seriam burros de prender o Lula, porque isto o transformaria em herói nacional".
Leia os termos da entrevista nesta página.
Dilma Roussef foi posta para fora do governo por causa dos seus erros e demonstra na entrevista que não aprendeu a lição e não esqueceu o que não aprendeu, porque continua ignorando que as investigações, denúncias, julgamentos e prisões contra petistas ladrões não são ações de adversários políticos, mas das instituições da República, todas elas respeitando o devido processo legal e atuando de acordo com as melhores regras do estado democrático de direito.
Não há caça aos adversários políticos.
Existe apenas caça aos ladrões e traidores da coisa pública.
Polibio Braga - jornalista

Série Enéas Ferreira Carneiro - O Brasil em Perigo - Parte 2

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Por que os petralhas não atacam o STF como atacam Sérgio Moro?

A segunda turma do STF aceitou por unanimidade a denúncia contra Gleisi Hoffmann, senadora pelo PT, e Paulo Bernardo, seu marido e ex-ministro dos governos Lula e Dilma. Com isso,o casal virou réu graças ao bom trabalho da Lava Jato, a mesma Lava Jato que o PT tanto critica.
Fica no ar, então, uma questão: por que o PT não está fazendo contra o STF o mesmo escândalo feito contra Sérgio Moro quando aceitou denúncias contra petistas?
A resposta parece clara: com exceção de Delcídio do Amaral, flagrado em grampo queimando o filme do próprio STF, nenhuma autoridade com foro privilegiado foi em cana. Nem mesmo Aloizio Mercadante, também grampeado em atitudes nada republicanas.
Em outras palavras, o PT confia no STF. O que apenas levanta questões sobre qualquer confiança que o brasileira ainda tenha na sua Suprema Corte.

Semelhança petista

Porque é tão importante elegermos candidatos militares

Todo grupo que quer lutar de forma legítima para garantir seus direitos, ter suas reivindicações atendidas e lançar ideias para melhorar as condições de sua existência enquanto grupo,PRECISA TER REPRESENTATIVIDADE nos poderes legislativos Federal, Estaduais e Municipais, que são as instâncias adequadas, onde são criadas e votadas as leis que determinarão como este grupo será no futuro; desimportante, falido ou essencial e fortalecido junto ao público e a nossa estrutura de governo. 
Para conseguirmos esta representação, deveremos eleger PESSOAS COMPROMETIDAS COM OS NOSSOS PROBLEMAS, com a nossa realidade e que conheçam a nossa história, não aventureiros que desejam, somente se locupletarem.
Nós militares muitas vezes torcemos o nosso nariz quando algum colega se candidata a algum cargo político, de imediato pensamos que ele quer se dar bem. Como conhecemos de perto cada um destes colegas, sabendo algumas de suas virtudes e também seus defeitos, acabamos, infelizmente, focando mais nos defeitos do que nas qualidades achando, assim, que aquele colega não é digno de nos representar. Por conta disso e para não perdermos nosso voto, acabamos por votar em alguém que não conhecemos direito ou anulando o nosso voto. É ou não é assim?
Nosso colega acaba perdendo nosso voto porque o conhecemos! 
O candidato em quem votamos tem a vantagem de não compartilharmos da sua intimidade e, por isso, desconhecemos os seus “podres”. Agora pare e pense em todos os grupos que têm grande representatividade no congresso. Será que é assim que eles têm pensado e agido ao longo do tempo? 
Será que eles boicotam seus próprios e mais legítimos representantes, dando voto ao representante de algum outro grupo organizado? 
O que eles ganhariam ao fazerem isso?
O que temos ganhado por usar essa estratégia esterilizante?
Ao agir desta forma, quantos “Bolsonaros” temos conseguido colocar no Congresso a cada quatro anos?
Teriam estes grupos tanto poder, tanta força, tanta representatividade, se agissem da mesma forma como nós militares temos agido? 
NÃO TENHAM DÚVIDAS DE QUE TODO CANDIDATO ESTÁ BUSCANDO SE ELEGER PARA DEFENDER ALGUM GRUPO, MESMO QUE ELE NÃO DIGA ISSO AO GRANDE PÚBLICO.
Então, amigos, quando você vota em alguém que NÃO É MILITAR, você está fortalecendo um grupo QUE NÃO É O SEU. E você sabe o quanto o nosso grupo está fraco!
Mais ainda:
-O que você espera após cada nova eleição presidencial?
-A cada renovação no Senado e Congresso Nacional?
Desejamos uma definição para os nossos problemas sobre previdência dos militares, melhoria no soldo, hospitais militares, a devolução dos nossos direitos covardemente retirados pelo governo FHC, a criação de um FGTS digno para que o militar na reserva possa dar um pouco mais de dignidade à sua família.
Não estou sugerindo aqui que devemos esquecer a importância das virtudes necessárias a um candidato, só acho fundamental enfatizar que temos pessoas excelentes em nossos quadros e que todo ser humano tem defeitos e qualidades!
Ora, focaremos nos defeitos ou nas virtudes?
Mais uma vez: -Como tem agido os grupos mais fortes do congresso? 
UM ERRO GRAVÍSSIMO:
Nós militares sempre imaginamos que colegas que se candidatam estão querendo “se dar bem” e, de certa forma, se você também pensa assim, você está certo. Afinal, o parlamentar no Brasil é um ser privilegiado. Nossos colegas, realmente vão se dar muito bem!
Acontece que este é o ÚNICO MEIO LEGAL que existe e que conhecemos para conseguir com que nós militares tenhamos alguma chance de ter nossos direitos preservados. 
Todo grupo que quer ser forte tem que ter representatividade no Congresso Nacional!
Vejam os evangélicos! Caso se boicotassem, não teriam a força que tem hoje. Sem falar nos ruralistas que quase emplacaram o Ronaldo Caiado como presidente da república anos atrás, os banqueiros, os grandes empresários...
Ainda que possuam um imenso poder, todos eles não se cansam de eleger mais representantes para que seu poder se torne cada vez maior. Eles nem cogitam depender de favores governamentais para a gestão do que acham justo. Eles elegem alguns de seus pares para conseguirem seus objetivos, "se darem bem." E assim, toda a sua classe poderá também progredir. "se darem bem, também".
Nós, por outro lado, por sermos uma classe há muito ABANDONADA E DESUNIDA, vivemos nos boicotando, nos destruindo, nos puxando para baixo. Dessa forma fica muito fácil para o governo tirar cada vez mais nossos frágeis direitos, pois sabem que somos frouxos.
Quem lutará por nós?
Quem nos defenderá se não queremos que nossos colegas “se deem bem?”
Pensem em todos os grupos que tem boa representatividade no Congresso.
O que seriam deles se o tempo todo ficassem pensando que seus pares iriam se dar bem e por isso preferissem deixar de lutar por eles e impedir que conseguissem se eleger?
O grupo que pensa assim está condenado a perder todas as lutas que travar, andará sempre de pires na mão e cabeça baixa.
Senhores, vivemos numa democracia e temos em mãos a ARMA MAIS PODEROSA PARA O CIDADÃO QUE É O VOTO. Falta-nos, agora, a inteligência e a coragem para escrevermos a nossa história.
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