terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Trump é a salvação da Democracia? ✰ Artigo de Sérgio Alves de Oliveira

Os que tiverem os neurônios funcionando regularmente, com certeza  já perceberam que alguma coisa de muito errado está acontecendo com a chamada democracia em todo o mundo, mais fortemente no Brasil, onde todos os seus vícios concorreram para consolidar talvez a pior delas. E isso não seria nenhuma novidade, visto o Brasil já liderar diversos outros “rankings” mundiais em “conquistas” negativas. Sempre é o primeiro ou um dos primeiros em tudo que é ruim para um povo.
Para que se chegue a essa conclusão, será de imensa utilidade algumas considerações sobre a história da democracia. Nessa “viagem” se verá que a propalada democracia com que  os contumazes delinquentes da política enchem a boca para justificar suas ascensões ao poder não é, nunca foi, e jamais será uma verdadeira democracia. Essa pretensa democracia da qual “eles” tanto se gabam e elogiam é a democracia deturpada, degenerada, corrompida. Deixa de ser democracia, portanto. Não faz mais jus a esse título.
Aristóteles (385 a.C-323 a.C) classificava as formas de governo em duas espécies: as PURAS e as IMPURAS. As primeiras (as puras) seriam a MONARQUIA (governo de um só), a ARISTOCRACIA (governo dos melhores) e a DEMOCRACIA (governo do povo). Já as segundas (as impuras), se resumiriam na TIRANIA, na OLIGARQUIA e na DEMAGOGIA, as quais significariam para o filósofo, respectivamente, a corrupção de cada uma das formas puras de governo. Assim, a monarquia seria corrompida pela tirania; a aristocracia pela oligarquia; e finalmente a democracia pela demagogia.
Todavia Aristóteles somente abriu caminho para outros pensadores do futuro desenvolverem mais essa classificação. E foi com Políbio, quase dois séculos após, (203 a.C-120 a.C), grande historiador e geógrafo da Grécia Antiga, que ela deu mais um gigantesco salto. Políbio manteve a classificação aristotélica, ressalvada a forma impura antes chamada de DEMAGOGIA, substituindo-a por OCLOCRACIA. Apesar de ambas se referirem à degeneração da democracia, sem dúvida a de Políbio foi mais completa . A OCLOCRACIA estaria incluindo a demagogia, que são aqueles artifícios empregados pelos políticos safados somente para agradar e conquistar voto. Mas além da demagogia, a oclocracia incluiria outros vícios da democracia, especialmente as baixas virtudes dos eleitos e do seu respectivo eleitorado, “atraindo-se” reciprocamente. Portanto, mediante esse pequeno reparo, a classificação do historiador grego ficaria mais completa. Políbio viveu bom tempo em Roma. Com base nos estudos que ali fez sobre a estrutura política de Roma, e em virtude da própria experiência, Políbio concluiu que o melhor sistema de governo seria uma COMBINAÇÃO entre as três formas puras de governo (monarquia, aristocracia  e democracia).
No que consistiria a OCLOCRACIA preconizada por Políbio? Resumidamente pode ser dito que a oclocracia seria uma democracia meramente formal, desprovida de qualquer substância, mesmo sem essência, praticando-a a massa carente de consciência política, ignorante, despolitizada, alienada das causas da sua própria desgraça. Essa massa seria presa fácil para os trapaceiros da política com boa capacidade de convencimento. A “política” praticada nesse sistema corrompido sempre é acionada mais pela língua e pelos ouvidos do que pelo cérebro. O pior é que não foi somente a política que foi contaminada por essa deturpação da inteligência. Muitas religiões seguem o mesmo ritmo. Todos se aproveitam da boa-fé, ingenuidade e ignorância do povo.
Também se deve à Aristóteles (Tratado de Política) a assertiva segundo a qual “não importa a forma de governo, o importante é a virtude no seu exercício”. Outra sentença importante do pensador: “São os costumes democráticos que fazem a democracia, e os costumes oligárquicos que fazem a oligarquia. Quanto melhores os costumes, melhor também é o governo”. A bem da verdade, parece que os antigos entendiam bem mais de política do que os “modernos”.
Sem dúvida a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos conflita radicalmente com a democracia degenerada (oclocracia) que se pratica no mundo moderno, e que também era praticada por lá. A surpresa está em que o rompimento com a oclocracia tenha se dado exatamente no país que serve como “norte” da democracia (?)  para o mundo, mas que até a eleição de Trump escolhia os seus presidentes como se fossem artigos de consumo muito desejados na sociedade capitalista, produzidos com muita competência pelos marqueteiros. Donald Trump é exatamente o oposto do padrão de consumo exigido nas oclocracias. Todas as acusações que os “democratas” do mundo inteiro estão lançando sobre ele após a sua vitória são procedentes. Mas aí é que reside o seu mérito democrático.  Nos Estados Unidos não lhe deram nem uma semana para governar e já começaram os “tiroteios” sobre ele. Mas o que é certo é que esse “titoteio” parte justamente daqueles que contaminaram a democracia americana com tanta estupidez que a transformaram em oclocracia, a exemplo de tantas outras partes do mundo também impregnadas desses vícios.
Trump, sem dúvida, não é simpático. Nem é bom de discurso. Não diz só o que os eleitores gostam ou querem ouvir. Não é o tradicional “bonitão”. Não costuma dar “tapinhas nos ombros” dos eleitores”.  Não ri tão “solto” como aquele a quem sucedeu. E por aí vai. Bem a contragosto da oclocracia, Trump diz o que realmente pensa, faz o que deve ser feito e tem coragem para denunciar o que acha que o seu país e o mundo têm hoje de errado. Gostem ou não. Nesse ponto não poupa nem mesmo a “sagrada” Organização das Nações Unidas-ONU, impregnada de elementos com todos os vícios (procedentes) que ele aponta, e hoje a maior responsável pela tragédia vivida por alguns países especialmente da Europa frente à invasão muçulmana, feita exatamente à luz da “democracia”, das “liberdades” e dos “direitos humanos” estúpidos defendidos nessa organização. Nesse ponto a ONU consagra a desordem e mesma a “bagunça” que anda pelo mundo, retirando dos diversos povos o sagrado direito de definir o que mais lhes convém, particularmente na política de migrações externas.
É claro que os Estados Unidos não  deverão nem poderão  prejudicar os direitos dos outros países, mas Trump tem razão em priorizar  os direitos do povo americano frente aos outros. Isso ele deixou claro no seu discurso de posse. Todos deveriam fazer o mesmo. Nenhuma anormalidade existe nessa atitude. Em suma, essa postura é uma obrigação que ele tem frente a seu povo.
 Fruto da política externa dos Estados Unidos, banhada de muita demagogia e irresponsabilidade com o povo americano, ao lado de muito assistencialismo exacerbado demagógico, andou sendo distribuído pelo mundo, às custas do seu povo, muitas benesses indevidas. A eventual alegação de que por muito tempo os Estados Unidos “exploraram” outros países com seus negócios (o “famigerado” imperialismo), não teria grande fundamento porque esse tipo de procedimento se faz normalmente até entre as próprias empresas e mesmo pessoas naturais dentro de um mesmo país. 
A “competição” é praticada  hoje em todo o mundo. As pessoas competem, os países competem. Bondades, altruísmo e filantropias “internacionais” demasiadas, além das possibilidades, sempre levam empresas e países à inevitável  falência. Trump viu essa realidade e com ela não concordou. 
Essa política não só deixava de beneficiar o povo americano, como o estava prejudicando seriamente. O destino dos Estados Unidos seria a inevitável falência, jogando fora tudo o que aquela sociedade nacional construiu durante séculos de muito trabalho, esforço e competência. Seria  justo prosseguir essa distorção na política externa americana, prejudicando a interna ?
Oxalá o grito de independência dado pelo povo americano em relação à oclocracia que o dominava até 20 de janeiro de 2017, e ainda domina outras partes do mundo, surta algum efeito no sentido de incentivar outros gritos de independência. No Brasil a oclocracia  é muito mais intensa que nos Estados Unidos. Aqui são levados a legislar e a governar justamente a pior escória da sociedade. E a sociedade brasileira somente se livrará dessa corja a partir do momento em que também sepultar a sua própria oclocracia.
Sérgio Alves de Oliveira - Advogado e sociólogo

O próximo da lista será o juiz Sérgio Moro? ✰ Comentário de Políbio Braga

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Os indemissíveis não estão nem aí ✰ Artigo de Fernão Lara Mesquita

Chamaram o exército…
Declara-se, como justificativa, que as Forças Armadas nacionais entram na parada “pela credibilidade” que os funcionários do sistema presidiário não têm. O presidente da Republica admite publicamente, portanto, que a “falta de credibilidade“, vulgo corrupção, desses “servidores” está na base da tomada das prisões pelo crime organizado que culminou nos massacres dos últimos 20 dias, mas que é impotente para fazer qualquer coisa a respeito senão pedir vênia aos corruptos para coloca-los de lado, vez por outra, para tomar dos criminosos os telefones, as armas e as drogas que estes regularmente lhes servem nas celas.
A expectativa de eficácia dessa providência é, naturalmente, a mesma das outras “meias-solas” que vêm sendo anunciadas para “consertar a economia nacional” sem deter a hemorragia que a vai matando: essa que mantem o país em profunda depressão moral e material.
“Nada de contrapartidas! Nem de arresto de bens por calote! Demissões então, nem pensar! Nem um passo atras!”
No estado paralelo do crime organizado, com enclaves inexpugnáveis espalhados por todo o grande favelão nacional, todo mundo trabalha pelo fortalecimento da organização e o chefe elimina sumariamente quem pisa a regra estabelecida. No estado nacional todos trabalham para se locupletar e os chefes, em geral aqueles que tiveram maior sucesso nisso ao longo da carreira, cooptam todos os que são flagrados jogando contra a Nação. A grande novidade deste ultimo meio milênio é haver quem, do lado de dentro da lei, esteja exigindo o cumprimento dela. Mas todos os demais lhes resistem como sempre…
A declaração de independência dos presídios controlados pelo crime organizado decorre diretamente dessa independência dos agentes do estado brasileiro da lei e da vontade do Brasil. Os nossos “representantes”, os nossos “servidores”, podem sempre se dar o luxo de ter vontades e comportamentos próprios diferentes dos nossos impunemente. Escrevem leis que só valem para eles e que nos impõem sem consulta; escolhem de quem vão cobrar ou deixar de cobrar as que valem para o resto da nação. A mais “sagrada” de todas as leis escritas por eles só para eles é a que estabelece que cada indivíduo posto para dentro do estado não sai nunca mais. Ele e a sua descendência. Basta entrar. Não estão obrigados a ser bons no que fazem, nem a mostrar resultados sob pena de perderem tudo, como você e eu aqui no mundo real. Podem escolher se e quando jogarão a favor da “empresa” sem que isso lhes custe nada. São indemissíveis. São intocáve
O resto, desse marco inicial até a falência nacional e a submissão do país inteiro ao crime organizado, o tempo faz. O raciocínio é simples. Se você for contratar um empregado amanhã e começar a conversa garantindo que a partir do ato da contratação ele será indemissível para todo o sempre e passará a decidir o valor do seu próprio salário, em 15 dias ele estará na sua cama e você na casinha do cachorro. Nem o mais idiota dos idiotas, individualmente, entraria numa roubada como essa. Mas como coletivo, como sociedade, a brasileira tem sido muito mais que idiota. E ha tanto tempo que nem casinha de cachorro tem mais. Está na rua, ao relento mesmo.
A dimensão psicológica do problema brasileiro tornou-se maior que a sua causa original. Apesar da obviedade de tudo isso, apesar de cada brasileiro conhecer pessoalmente tipos como os que o parasitam e a obscenidade do resultado que colhem comparado ao que ele próprio consegue suando, você pode ficar o dia inteiro na frente da TV, ler todos os jornais, ouvir todos os “especialistas” e, à altura ja da centésima quinquagésima morte por esquartejamento em 18 dias, do sexagésimo milésimo assassinato dos últimos 12 meses, do décimo segundo milionésimo emprego perdido e do terceiro aniversário da morte da economia nacional, não ver a óbvia, a ululante causa original de tudo isso ser apontada uma única vez como tal. Os três poderes, para cujos titulares até as prisões são “especiais”, podem continuar folgadamente falando apenas de si mesmos. E o quarto, que renunciou à condição de “player” ao deixar de propor e expor soluções, vai a reboque num “lero” infindável sobre o nada; sobre modos “progressistas” ou “conservadores” de se fazer as coisas que são luxos de gente que já se libertou e ficou rica.
Outros povos que viveram esse mesmo calvário tomaram a si, com a arma do “referendo” por iniciativa popular, a aprovação ou rejeição das leis escritas pelos seus representantes; instituíram o “recall” para demitir eles próprios os desviados protegidos pelos colegas; aprenderam que a única alternativa para o privilégio é a igualdade perante a lei e que qualquer exceção aberta, por menor e bem “justificada” que seja, acaba inevitavelmente no estouro da boiada. Mas para a alma latina e católica dos nosso intelectuais, dos nossos jornalistas, dos nossos “revolucionários”, essa solução parece muito pouco emocionante. Eles sempre começam cada batalha da sua proclamada guerra contra a miséria brasileira renovando a sua rendição incondicional; comprometendo-se a discutir todas as formas de “resolver o problema” exceto pela remoção da sua causa fundamental. A indulgência plenária, o perdão do comportamento pecaminoso mesmo que continuado, a graça conquistada mais com as orações que com os atos; o privilégio alcançado, seja atraves da fervorosa persistência do “concurseiro”, seja outorgado ao pobre mortal arrancado deste vale de lágrimas pelo toque miraculoso do poderoso da hora, está sempre pairando no horizonte. São fascinados pelo charme do privilégio. Botam sempre fé que “seremos todos incluídos” nele um dia.
Enquanto for assim vamos como vamos: compra um carro blindado, quem pode mais, uma arma, quem pode menos, e segue-se em frente roubando ou sendo roubado, despedaçando ou sendo despedaçado.
Fernão Lara Mesquita - Jornalista

Madonna garante que Trump passa uma imagem degradante das mulheres!

Madonna affirme que Donald Trump donne une image dégradante de la femme.

Moro, não pegue avião ✰ Artigo de Ruth de Aquino

É inédito no Brasil o sentimento de orfandade pela morte de um juiz. Um juiz sereno e fechado do Supremo Tribunal Federal. Um juiz que raramente sorria ou estrelava manchetes, tão discreto e dedicado ao Direito como missão de vida. “O Teori morreu!”, ouvia-se pelas ruas, de gente simples, triste e chocada como se fosse parente. “O Teori estava no avião que caiu!”, “Será que foi mesmo acidente?”.
Num país que começa 2017 machucado pelo caos na segurança pública e pela ousadia cruel de facções criminosas – dentro e fora dos presídios, nos ônibus, nas praias, nas praças –, num país com famílias empobrecidas pelo desemprego e pela falência de estados mal geridos, com paralisação de obras e serviços essenciais, é impressionante o luto aturdido que tomou conta das ruas. O artigo definido antes do nome denota intimidade. “O” Teori tinha se tornado muito mais que um juiz togado do STF, num Brasil ansioso por punir as quadrilhas de poderosos que roubaram do povo e das estatais.
Mistura de poloneses e italianos, catarinense de origem, gremista apaixonado, viúvo, pai de três filhos – dois advogados e um médico –, Teori Zavascki tinha fama de “ministro técnico”. Dizia ignorar se isso era “elogio ou crítica”, em seu humor irônico.
Com perdão da generalização, o caráter nacional é exibicionista. Toda hora tem fulaninho ou fulaninha que corre para os holofotes e fala para os repórteres. Teori ficava na dele, morava sozinho em apartamento funcional em Brasília desde a morte da mulher, também juíza, há três anos. Sempre que dava, ia a Porto Alegre para visitar os filhos e a cidade onde se formou.
Teori foi abatido pelo destino em pleno voo. Aos 68 anos, estava em curva ascendente, prestes a desempenhar seu maior papel, como relator e guardião da Lava Jato: tinham sido marcadas para a próxima semana as delações premiadas de 77 executivos da Odebrecht. Depoimentos que envolveriam em malfeitos o maior número de políticos já visto na História de nossa República.
Esses depoimentos devem ser cancelados até que um novo relator substitua Teori. Para ter uma ideia do que estava a cargo de seu gabinete, eram 800 depoimentos, 40 inquéritos e três ações penais. Tudo associado aos desvios da Petrobras. Teori não permitiu que o recesso de janeiro parasse totalmente os trabalhos. Ganhou a ajuda de uma força-tarefa.
Dá para entender a comoção diante da perda irreparável de um homem honesto e dedicado. A morte súbita, na queda de um bimotor sofisticado, a apenas 2 quilômetros da cabeceira da pista em Paraty, a apenas 2 quilômetros da continuidade da vida, é difícil de absorver. Teori talvez não estivesse consciente do que simbolizava para o Brasil: a garantia de um desfecho isento para o gigantesco processo de corrupção multimilionária envolvendo políticos e empreiteiros. Um processo que, a cada delação, enoja a todos, mas nos dá a esperança de que o assalto aos cofres públicos não se repetirá, caso os meliantes de colarinho branco sejam punidos.
Nem mesmo a investigação rigorosa do acidente de avião deveria atrasar a Lava Jato mais que o necessário. Passa a ser ainda mais crucial o papel da presidente do STF, Cármen Lúcia, que pode redistribuir os processos da Lava Jato entre os juízes da Segunda Turma, mais familiarizados com a investigação. São quatro os ministros: Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Celso de Mello.
Ninguém melhor que a mineira Cármen para liderar essa transição e descobrir o caminho menos pedregoso e escorregadio. Nisso, temos muita sorte. Espero que o processo da Lava Jato não fique nas mãos do novo ministro do STF a ser nomeado por Michel Temer. Seria outro acidente pavoroso, outro desastre, outra tragédia.
Como disse uma vez Teori a repórteres, explicando por que não poderia se manifestar quando a defesa de Lula recorreu à ONU: “Cada macaco no seu galho”. Se cada macaco ficar no seu galho, se não apelarmos para soluções estranhas, como entregar o processo da Lava Jato ao ministro de Temer ou ao juiz Sergio Moro, temos chance de manter o legado de Teori.
Entre suas decisões no Supremo, Teori acatou a liminar que afastaria Eduardo Cunha da presidência da Câmara. O mesmo Teori permitiu a absolvição de José Dirceu no mensalão e, anos depois, rejeitou o pedido de José Dirceu para deixar a cadeia. Criticou vazamentos das delações, mas revogou sigilo nas investigações sobre a Petrobras.
Foi Teori quem sugeriu o nome de Sergio Moro para ajudar a ministra Rosa Weber no julgamento do mensalão em 2005. Acertou. Por favor, Moro, não entre em aviões pequenos, mesmo os sofisticados. “Sem Teori, não haveria Lava Jato”, disse Moro. Sem Moro, também não. Nesse capítulo de nossa História, ambos são insubstituíveis, cada um a seu jeito.
Ruth de Aquino - Jornalista, colunista da revista Época e repórter especial.

O novo nome do STF e a cretinice no velório de Teori ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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Não é teoria da conspiração, é dúvida ✰ Artigo de Elio Gaspari

Não é só Francisco Zavascki quem levanta essa questão, ela está na cabeça de milhões de brasileiros
O advogado Francisco Zavascki, filho de Teori, tem toda razão: “Seria muito ruim para o país ter um ministro do Supremo assassinado”. Ele pede que se investigue o caso “a fundo” para saber “se foi acidente, ou não”.
Não é só Zavascki quem levanta essa questão, ela está na cabeça de milhões de brasileiros. Nada a ver com teoria da conspiração, trata-se de dúvida mesmo.
A linha que separa esses dois sentimentos é tênue, e a melhor maneira para se lidar com o problema é a investigação radical.
Um dos mais famosos assassinatos de todos os tempos, o do presidente John Kennedy, em 1963, foi investigado por uma comissão presidencial de sete notáveis que produziu um relatório de 888 páginas. Até hoje, metade dos americanos não acredita na sua conclusão, de que Lee Oswald, sozinho, deu os tiros que mataram o presidente. Mesmo assim, rebatê-la exige esforço e conhecimento.
O presidente Michel Temer poderia criar uma comissão presidencial para investigar a morte do ministro Teori. Desde o momento em que o avião caiu n’água, ocorreu pelo menos o desnecessário episódio da demora na identificação dos passageiros.
Pelos seus antecedentes e pelas circunstâncias, a tragédia de Paraty ficará como um dos grandes mistérios na galeria de mortes suspeitas da política brasileira.
Aqui vão os principais nomes dessa galeria, divididos em três grupos: o de alto, médio e baixo ceticismo.
Alto ceticismo:
O desastre automobilístico que matou Juscelino Kubitschek em 1976 não teve influência de estranhos à cena.
Médio ceticismo:
Em 2014 o jatinho de Eduardo Campos caiu porque houve um erro do piloto. Só isso.
Tancredo Neves morreu em 1985 porque não se cuidou e foi tratado de forma incompetente e mentirosa, mas não houve ação criminosa.
Em 1967 o aviãozinho em que viajava o marechal Castello Branco entrou inadvertidamente numa área em que voavam jatos da FAB, foi atingido por um deles e espatifou- se na caatinga. Nada além disso.
Baixo ceticismo:
Ulysses Guimarães voava nas cercanias de Paraty durante uma tempestade, e o helicóptero caiu n’água.
Jango sofreu seu último enfarte enquanto dormia em sua fazenda, na Argentina. Morreu porque era um cardiopata.
A classificação, subjetiva, é do signatário, que não crê em quaisquer versões revisionistas. Quem quiser pode mudá-la, ao próprio gosto.
Elio Gaspari - jornalista e escritor

Indenização para famílias

Presidente da Ajufe admite Moro em lista para o STF, mas isso seria péssimo para a Lava Jato

O Supremo ganharia um excelente juiz, mas a Operação Lava Jato perderia muito com isso.

Como se sabe, o Presidente da República, como determina a Constituição Federal, indicará o novo integrante do Supremo Tribunal Federal, diante da vacância criada com a tragédia que vitimou Teori Zavascki.
Desse modo, muitas são as pressões para que Michel Temer indique este ou aquele nome. Várias organizações de classe surgem com ideias e planos para a vaga. Não seria diferente com a Ajufe (Associação dos Juízes Federais).
Pois bem: o presidente da entidade, Roberto Veloso, afirma que será feita uma consulta entre os integrantes para que que seja oferecida à Presidência uma lista tríplice. E ele diz o seguinte, textualmente:
“Eu colocaria o nome de Moro na consulta, desde que ele esteja de acordo com isso”
Apoio com veemência que Sergio Moro vá para o STF, mas não agora. Isso porque, uma vez no Supremo, ele não poderia julgar os feitos da Operação Lava Jato, considerando que não teria como ser uma espécie de “revisor de si próprio”. Estaria impedido. E, na primeira instância, ficaria em outras mãos – sabemos que, sim, ele será muito bem substituído, mas ainda assim isso acabaria provocando alguns atrasos.
Diante disso tudo, é preciso colocar um certo freio lógico nessa demanda. É compreensível que todos o queiramos lá, e tomara que de fato vá. Mas… não agora. É o melhor para a Lava Jato.
E para o Brasil.

Incomode-se mais!! ✰ Comentário de Sheila Prates

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Lei Rouanet não atendia à Cultura, mas a celebridades

Em entrevista ao editor Silvio Navarro, o ministro da Cultura, Roberto Freire, fala sobre seu objetivo de universalizar o acesso a recursos capitalizados pela Lei Rouanet e também sobre a morte do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, que, segundo ele, não vai impactar a Operação Lava Jato.
"Em entrevista ao jornalista Silvio Navarro, da VEJA, defendi mais uma vez mudanças na Lei Rouanet, mas reafirmei que ela deve ser mantida e não demonizada. Também destaquei a necessidade de um amplo e democrático diálogo com o setor cultural e ressaltei que a nossa gestão à frente da pasta não discrimina servidores por preferências político-ideológicas.
Infelizmente, nos últimos anos, nos governos Lula e Dilma, o MinC se transformou em um órgão que atendia meramente ao PT e ao PCdoB, além de outros interesses menores, todos eles dentro de um plano de manipulação do ministério para o projeto de poder do governo que estava no comando da nação. Lamentavelmente, um ministério que teria muito a dar ao país ficou voltado para atender a interesses de facções políticas. Mas isso já começou a mudar."
Roberto Freire - advogado e político brasileiro, presidente nacional do Partido Popular Socialista e o atual ministro da Cultura

Prefeitura de São Paulo trabalhando

As autoridades têm que agir, ou seremos escravos de dois tipos de bandidos

Aqui no Brasil o crime parece que tem compensado. Esta é a razão pela qual está dominando o país. Os bandidos que se "hospedam" nas penitenciárias matam inimigos de facções rivais, além de presos que não fazem parte de nenhuma delas, bem como policiais. Quando morrem apenas bandidos, até parece ser justo, porque numa guerra é assim que acontece. Uns morrem, outros sobrevivem, mesmo sendo tudo isso uma coisa bastante estúpida. Mas tem um lado mais absurdo: a sociedade dá a eles casa, comida e até "escritório" de onde emitem ordens, e as famílias dos mortos recebem indenização. A conta vem para o bolso do cidadão que paga impostos. É difícil o cidadão entender que em Manaus, por exemplo, o custo de um preso fique acima de R$ 4 mil. Multiplicando este valor pelo excessivo número de internos penais na penitenciária da capital amazonense ficamos sabendo quanto dinheiro de impostos não foram utilizados em serviços prioritários para os cidadãos, como Educação, Saúde e Segurança - isso é bastante irônico, não é? - Em compensação, além de dinheiro para bandidos e seus familiares, também há recursos financeiros para políticos corruptos;
Conclui-se, então, que o tráfico controla as prisões, pouco se importando com medidas que sejam anunciadas pelas autoridades, que estão totalmente desmoralizadas. Observamos que dentro das cadeias existem mais recursos para os bandidos do que no lado de fora. Com todas estas vantagens, é lógico que os traficantes prefiram ficar ocupando as vantajosas "residências" que o povo financia, mesmo sem ser consultado. Cabe a cada um de nós reagir e exigir ação do Poder Público, para não nos tornarmos escravizados pelos dois nefastos tipos de bandidos.

Uma arma que silencia ✰ Comentário de Luiz Carlos Prates

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PT tem pressa para colocar Lula na disputa de 2018

A verdade é que o PT só terá candidato à Presidência em 2018 se Lula não for abatido pela Lava Jato. Não adianta especularem outros nomes do partido, como o ex-ministro Jaques Wagner, que ninguém mais tem condições de encabeçar uma candidatura competitiva, com reais chances. 
Mesmo Lula, que hoje as pesquisas eleitorais colocam ficando à frente no 1º turno, mas perdendo no 2º, é óbvio que será bombardeado por conta da Lava Jato e das acusações que lhe são feitas. Mas não pode ser descartado. No caso de Lula não ter condições jurídicas para se candidatar, o PT deverá apoiar candidato de outro partido e ficar com a vice-presidência, hoje o caminho mais lógico seria Ciro Gomes (PDT). 
Mas a pressa do PT em fazer Lula assumir a candidatura está relacionada a fazer pressão sobre a Lava Jato, e para, em caso de sua condenação, terem à mão o discurso de que foi perseguição política para impedir sua vitória na eleição de 2018

Alguém sabe o significado do símbolo do comunismo?

Os filhos da era Lula

Definitivamente, o DNA da paternidade da 'FDN' (Família do Norte) é o de LULA
SIM, eles são FILHOS DA ERA LULA, ou senão vejamos:
A grande maioria dos presidiários é jovem, porque a vida na marginalidade, dentro e fora dela, faz com que cerca de 80% deles morram antes dos 30 anos. Ademais, e aí entre o o DNA do PAIZÃO, o intervalo de idade dos que ainda estão vivos, aponta para uma pré adolescência, e a fase inicial da vida adulta, VIVIDAS, coincidentemente, no "período de ouro" da "ERA LULO-PETISTA" (Dilma inclusa), ocasião em que todos se 'DOUTORARAM' em MARGINALIDADE e TRÁFICO DE DROGAS.
Mentiras estúpidas e grosseiras, que enganaram muita gente boa - chegando um ponto tal de saturação, que até o agradecido Chico, que no dia da foto acima, em deveria superar-se e 'levantar a galera", trajou-se e comportou-se como em um velório.
.E mesmo pessoas algo esclarecidas, ajudaram a propagar todas as mentiras como se fossem "verdades santas', que iludiram até multibilionários, como o tal egípcio que quer comprar a 'Oi'.
.Ele, de fato, crê que LULA tirou 50 milhões da 'Pobreza Extrema' e criou a "Nova Classe Média Brasileira" com 80 milhões de almas. Aliás, onde estão esses felizardos que foram "promovidos"; esconderam-se e guardaram suas economias embaixo do colchão?
A verdade é que contingentes de crédulos foram induzidos ao consumo, com dinheiro de plástico - empréstimos a perder de vista, compras com cheque-pré (que geravam saldos negativos - a bola de neve) e na ciranda do "Cartão" (700% a.a.). Mas o dinheiro de plástico também prestou para que os banqueiros levassem 46 Milhões de pessoas, pouco esclarecidas e/ou desinformadas, ao SERASA, e sujassem o nome de incontáveis pessoas dignas - como chefes de família, mulheres ou homens, honestos - que foram enganados pelo irresponsável LULA e seus novos amigos e financiadores, os banqueiros.
Pior, depois, na hora difícil, lhes puxaram o tapete, após lucrarem fortunas. Mas os banqueiros continuaram a ganhar - e muito - com a cobrança de altíssimos juros e estranhos encargos, de quem conseguia fazer algum acordo. Quem lembra do "Metalúrgico Estadista" apregoando: "agora todo pobre pode comprar seu carrinho".
Pois é, só deste 'segmento', pelos menos 6,5 milhões ficaram com o mome sujo e mais da metade ainda tiveram retomados os veículos adquiridos, SEM RETORNO do que pagaram. Mas o metalúrgico, com a desgraça de outros, conseguiu manter por poucos anos os empregos dos seus ex-companheiros.
Agora ele e a família estão miliardários pelas razões erradas, e o povo voltou a ter o que tinha no início do século. LULA e DILMA só os enrolaram e os atolaram em dívidas.
Que tristeza quando alguém que se gabava de nunca ter lido um livro e ter chegado a presidente, por um misto de inveja e vaidade, se arvora a ser o "Eisntein das finanças e a Margaret Thatcher da administração, e prejudica dezenas de milhões de famílias que, pelo carrinho e a TV novinhos, deixaram de investir nas educação dos filhos, de forma que eles pudessem competir em igualdade de condições com os filhos "daszelites", como ele mesmo esbravejava.
Para quem não é trouxa, LULA é, sim - pelo relatado - um ser DESPREZÍVEL! 

Carnaval baiano homenageia Geddel Vieira Lima

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O carnaval já chegou à casa do Geddel! Manifestação na porta do Boca de Jacaré...

A namorada de Teori Zavascki era uma gaúcha de Uruguaiana, Liliana Schneider

A foto é do Facebook de Liliana. Teori começou a namorá-la há um ano, bem depois da morte da segunda esposa. Ele era separado da primeira mulher. Os dois se divorciaram.
A revista Veja deste final de semana dedica dez páginas para contar o acidente, a vida familiar e a trajetória profissional do ministro Teori Zavascki.
Num pequeno box, a reportagem de Renato Onofre e Leslie Leitão revelam uma informação que o pública desconhecia e pelo jeito toda a mídia desconhecia:
- Desde que passou a namorar, há um ano, Liliana Schneider, gerente de uma joalheria, o ministro ficou, segundo amigos, "mais feliz e mais leve".
Liliana Fuhrmann Schneider é uma jovem gaúcha, gerente de uma joalheria na Barra da Tijuca. Ela é irmã do ex-prefeito de Uruguaiana, Luiz Carlos Schneider, para quem fez campanha. Schneider, do PSDB, não se elegeu.
Na sua página no Facebook, a gaúcha replicou uma frase de Marilyn Monroe:
- Nunca serei sua meio amiga ou seu meio amor. Comigo é tudo ou nada.
Teori Zavascki foi casado duas vezes. A sua segunda esposa, Maria Helena, uma juíza, morreu em 2013.

Cães

Foto do pastor Valdemiro sem ferimentos quatro dias após ser esfaqueado causa polêmica na web

Nas redes sociais, seguidores questionaram o ataque ocorrido durante um culto no Brás, no Centro de São Paulo

Uma imagem do pastor Valdemiro Santiago, Fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus, postada nas redes sociais que vem intrigando os seguidores. Na foto, publicada em um álbum do bispo França, Valdemiro aparece sem nenhum ferimento ou cicatriz no local em que foi atacado e esfaqueado durante um culto no Brás, no Centro de São Paulo. Na ocasião, as imagens do ataque e do ferimento foram divulgados ao vivo e ele recebeu 25 pontos.
De acordo com a legenda da imagem postada pelo bispo França, a foto foi feita no dia 12 de janeiro, quatro dias depois do ataque. A foto foi feita na casa do próprio Valdemiro, no condomínio Alphaville, em Barueri, São Paulo. 
"Uai foi milagre ???? Nenhuma cicatriz da facãozada ungida ? Gentem me belisque por favor, estou realmente convencido de que foi milagre !!!!", escreveu um seguidor. "A fé do Valdomiro é muito forte mesmo. Curte quem acredita que ele foi curado e nem cicatriz ficou..", disse outra. "Essa facada foi verdade mesmo? kkkkkk jesus perdeu foi feio pra esse apostolo aí ... nem jesus fez tantos milagres já pensaram nisso kkkkk jesus é fichinha perto dele", escreveu mais um. 
Depois do ataque, Valdemiro Santiago gravou um depoimento ao lado da esposa, bisa Franciléia, pedindo que 8 mil fiéis da Igreja Mundial façam doações de R$ 1 mil. "Eu preciso de ajuda para pagar este canal, esta obra", afirma, em vídeo divulgado nesta terça (10) em sua TV. O valor de R$ 8 milhões é para os gastos de um mês, afirma.
A camisa ensanguentada do pastor também foi usada para "currar fiéis".“Passaram até a camisa ensanguentada no manto. Quando ela [a fiel] tocou no manto, ela aplumou. Foi curada. O demônio fez o serviço dele, mas acabou dando o contrário. No acerto de contas com o diabo, foi assim: ‘E aí, como é que foi com o Valdemiro? O saldo foi negativo. Porque teve até gente que saiu curada'”, diz o pastor, que se autointitula apóstolo.
Ataque
Valdemiro foi atacado no último domingo na igreja que fica no Brás, em São Paulo. O atentado aconteceu por volta das 8 horas, quando o culto era transmitido ao vivo para todo o país.
Ele estava pregando quando uma pessoa ainda não identificada o abordou e o golpeou duas vezes no pescoço. Ele foi socorrido e encaminhado para um hospital onde passou por cirurgia. Ele levou cerca de 20 pontos no ferimento e não corre risco de morrer.
Segundo o jornal O Dia, o suspeito, que não teve o nome divulgado, foi contido por seguranças da igreja e levado para a 8ª Delegacia (Brás), onde foi preso em flagrante e autuado por tentativa de homicídio. Segundo a polícia, o suspeito não é um fiel da igreja.
Depois de ter sido medicado, o pastor fez um vídeo no hospital, ao lado da esposa, a bispa Franciléia. "Estava limpando as mãos, acabando de ouvir um milagre de um testemunho. Entrou alguém que eu não sei, por trás, e me deu uma facada no pescoço. Mas fiquem tranquilos, a gente só vai quando Deus quer. Que Deus abençõe vocês e eu perdoo a pessoa que fez isso, não sei quem é, mas ela carece de perdão", disse.
A defesa do suspeito Jonatan Higino, segundo o Uol, vai alegar que ele sofre de insanidade.

1º Encontro Amigos e Carros Baixos - São José dos Campos SP

Quem te viu e quem te vê: Tarso Genro ataca o PT

Descontente e magoado, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, usou nesta segunda-feira sua página no Twitter para desabafar e criticar o seu próprio partido, o PT. 
Ele não concorda as ações de seus correligionários na Câmara, que aceitaram fazer a adesão ao acordo das Mesas. Tarso disse que, "isso enfraquece PT para compor nova Frente Política e para opor-se e pressionar o Governo, na suspensão do ajuste”.
E logo a seguir, ele saiu com esta: “É escolha política do Presidente e tem aprovação política do Parlamento, logo tem aresta. Sempre. É da Lei".

24 de Janeiro - Dia Nacional da Manteiga de Amendoim

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Porque as mulheres devem apoiar o Bolsonaro? Confira!!!

"De um lado, trata-se de administrar o país relativamente bem, para se manter alto nas pesquisas. De outro, busca-se desmantelar o Estado e a própria sociedade, para que o partido revolucionário possa se sobrepor a ambos e engoli-los."
(...) Mas o processo tem um limite natural. Não é possível desmantelar o Estado e manter o governo funcionando; nem anarquizar a sociedade e continuar indefinidamente dando a impressão de ordem e progresso. Mais dia, menos dia, um dos lados vai ter de predominar. A lógica interna da estratégia revolucionária espera que esse momento só chegue quando as "forças populares" estiverem prontas para rasgar sua própria máscara e partir para a tomada ostensiva do poder. 
No segundo mandato de Lula, porém, o limite natural do processo foi atingido antes disso. O Estado e a sociedade já estão bagunçados de alto a baixo, mas a esquerda radical não está madura para o grande golpe. Nada funciona – nem mesmo a estratégia revolucionária. A velha ordem morreu, a nova transformou-se num gigantesco aborto." OLAVO DE CARVALHO
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Bolsonaro trabalhando hoje para as Eleições de 2018 
Ajude o Mito a se tornar presidente Compartilhe os vídeos desse canal

Cuidado - Abrindo uma porta com corrente de segurança

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Canonização póstuma do ministro Zavascki ✰ Texto de Cláudia Wild

HIPOCRISIA E AMNÉSIA: Teori não foi este santo, ele foi um juiz que abraçou as causas petistas

"Ao me deparar com inúmeras postagens sobre a canonização póstuma do ministro Zavascki, confesso que fiquei surpresa. 
Parece que os brasileiros sofrem de "memória curta na forma aguda".
Logicamente que sua prematura morte foi uma perda para seus filhos, família, amigos e companheiros do STF e de ideologia. Óbvio que me condoo com a dor alheia, mas sei exatamente diferenciar a perda humana da perda institucional.
Teori Zavascki na minha humilde opinião, não passará para a história como um herói brasileiro ou como aquele que tentou moralizar a República através de seu ofício. Zavascki era um homem alinhado com a esquerda e seus ideais. Foi um ministro que não poupou esforços para dar uma interpretação forçosamente benevolente quando os réus partilhavam da sua mesma orientação político-ideológica.
Lembram dos famosos "Embargos Infringentes“ na ação penal do Mensalão ? __Lá estava ele, firme e forte na interpretação pró-quadrilha petista.
Lembram da ação para garantir a quase impunidade para José Dirceu e Delúbio Soares?
Lá estava ele a postos para entender o comportamento destes criminosos e apressar suas saídas do xilindró.
Lembram do caso do áudio escandaloso envolvendo o ex-presidente Lula e sua criatura Dilma Rousseff? 
Ele foi uma voz destoante para censurar a conduta irrepreensível do juiz Moro e sua atuação profissional, a fim de proteger a dupla das garras da justiça.
Lembram do processo, em que poderia ter culminado com a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva?
Ele fez questão de abortar esta possibilidade e garantir que o acusado respondesse pelos crimes em completa liberdade, apesar das inúmeras e graves acusações existentes e que autorizariam uma eventual prisão preventiva.
Ele acertou também! Proferiu votos significativos e relevantes, mas muito longe de ser um expoente impar da nossa magistratura. De uma forma geral, ele, Teori, foi um juiz que abraçou a causa petista e em razão dela foi escolhido para atuar. Fez questão de ser discreto, mas não o suficiente para esconder suas tendências ideológicas, que muitas vezes se viram refletidas em suas decisões.
Portanto, muita hipocrisia e amnésia neste momento tentar fazer dele um herói da República, um magistrado perfeito e que apenas atendia aos interesses do país e da justiça, quando na verdade tinha nítidas preferências partidárias e se deixou influenciar por elas.
Respeito a dor de seus entes queridos, mas não compactuo com a comoção histérica da morte de um herói inexistente. Tribunais não são locais indicados para a política."
Claudia Wild - brasileira, mineira, advogada, residente na Alemanha, e que adora estudar política e geopolítica. 

Bolsonaro apresenta solução para acabar com as rebeliões nos presídios

A culpa é das más companhias ✰ Artigo de Miguel Lucena

“Ele não é uma pessoa má”, afirma a irmã do rapaz de 20 anos que participou do estupro coletivo de uma menina de 11 anos no Recanto das Emas na última terça-feira.
Familiares informam que o jovem cursava o ensino médio, era freqüentador assíduo da igreja e não costumava causar preocupação para a mãe.
Porém, nos últimos tempos, ele estava acompanhado de más influências e a mãe já tinha falado para ele se afastar dessas pessoas, mas ele não ouviu.
A família repete um discurso que já vem se tornando corriqueiro na sociedade: o delinquente é visto como alguém incorporado por um espírito maligno que precisa ser exorcizado para voltar a ser puro e conviver em sociedade.
É como se o ato criminoso fosse praticado por uma entidade estranha ao corpo daquele indivíduo, usado por forças do mal.
A culpa, no caso do Recanto das Emas, é das más companhias, mas o jovem de 20 anos era o único maior do grupo, formado por garotos de 13 a 15 anos, sendo ele o corruptor dos demais e único com capacidade de impedir o ato selvagem contra uma criança de 11 anos.
A garotada, inclusive a vítima, estava numa residência fazendo farra com narguilê, cuja venda é proibida a menores de 18 anos.
Esses jovens desocupados são gerados, em sua maioria, na cultura da irresponsabilidade, na era dos direitos totais e deveres quase zero, com todos sendo livres para engravidar na hora que querem, às vezes sem saber quem fez o menino.
Nas áreas mais pobres, os filhos praticamente não conhecem a figura paterna, criam-se num ambiente de vale-tudo e desrespeito às regras. O pai é o delegado de Polícia, quando chama o feito à ordem.
Disse em artigo anterior que esses jovens têm um perfil arrogante, prepotente, olham de soslaio, vivem desconfiados e não respeitam nenhuma autoridade.
Não têm referências, os conhecimentos são pueris e o nível cultural bate e volta em Anita e Valesca Popozuda.
A sociedade em geral já está pagando o preço do nivelamento por baixo. Esse tipo de jovem já é detectado em todos os segmentos sociais, com os meios de comunicação ajudando a difundir como boa a cultura da baixaria e da terra arrasada das favelas.
O jeito prostituta de se vestir – chamado disfarçadamente de periguete – chegou às elites, tornando as profissionais do sexo, antes facilmente identificáveis, em população difusa.
Meninos e meninas da classe média vestem as roupas que antes identificavam as gangues juvenis de São Sebastião, Ceilândia e Planaltina, chamados pelos policiais mais antigos de kit-mala.
A maioria das cidades do Distrito Federal não tem espaço cultural e o lazer dos jovens é nos bares sujos, onde ficam até as madrugadas e promovem brigas, facadas e tiros.
Noventa por cento das vítimas de homicídios já passaram por uma delegacia pela prática de delitos, quase todos violentos.
Para completar, o uso desenfreado de drogas lícitas e ilícitas vai preenchendo o vazio por falta de família, cultura e bom gosto.
A culpa, no entanto, é das más companhias.
Miguel Lucena - delegado da Polícia Civil do Distrito Federal e jornalista.

O jantar de Michel Temer e Gilmar Mendes ✰ Comentário de Joice Hasselmann

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A caminho da Alemanha, as notícias deste domingo. Espie!

Como a atuação de Teori na Lava Jato cruzou com os negócios de Filgueiras

Dono de um dos mais luxuosos hotéis do Brasil, proprietário de pelo menos sete empresas, com um capital social de R$ 147 milhões, Carlos Alberto Filgueiras (foto acima), tinha relacionamento estreito com políticos, empresários, advogados e juristas. Um de seus amigos era Teori Zavascki, ministro do STF e relator da Operação Lava Jato.
A ligação dos dois começou cinco anos antes da viagem que acabou em tragédia na última quinta-feira, quando o avião particular de Filgueiras caiu, matando cinco pessoas, entre elas os dois amigos.
Além da amizade, a trajetória profissional de Zavascki cruzou, em certo momento, com os negócios de Filgueiras. O ponto de convergência: o banco BTG Pactual. Entre os nove sócios do empresário, dois deles atuaram como diretores da instituição financeira que é investigada pela Lava Jato.
A Forte Mar Empreendimentos e Participações, uma das empresas de Filgueiras, tem 90% de seu capital social em nome do fundo de investimentos Development Fund Warehouse, do BTG. Os outros 10% pertencem a J. Filgueiras Empreendimentos e Negócios Ltda., segundo informações do jornal Diário do Comércio e Indústria (DCI).
As investigações da Lava Jato que comprometeram o BTG Pactual levaram o ex-presidente do banco André Esteves para a prisão em 25 de novembro de 2015. Em 17 de dezembro daquele ano, no entanto, Teori Zavascki autorizou o banqueiro a cumprir prisão em sua casa. Em abril de 2016, o ministro revogou o recolhimento domiciliar, o que permitiu a volta de Esteves à vida executiva no BTG.

Ninguém segura Donald Trump

O acidente que matou o ministro Zavascki tem de ser totalmente apurado

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, estuda a possibilidade de homologar as 77 delações premiadas de executivos da Odebrecht que envolvem políticos com foro privilegiado. A homologação, que dá autorização para a Justiça, o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) executarem os depoimentos nas investigações da Lava Jato estava nas mãos do ministro Teori Zavascki, morto na última quinta-feira. Cármen Lúcia tem duas opções: a primeira, é ela mesma liberar as delações para a Lava Jato até o próximo dia 31, último dia de recesso do STF. A outra medida é esperar o fim do recesso e fazer a distribuição da relatoria da Lava-Jato entre os ministros;
O ministro do Supremo Gilmar Mendes defende que o futuro relator da Lava-Jato seja o ministro que será nomeado pelo presidente Temer como substituto do ministro Teori Zavascki. Para Gilmar, a distribuição de uma relatoria entre os ministros que já compõem a Corte deveria se restringir a processos de urgência. Na interpretação dele, essa urgência não se aplica à Lava-Jato. Neste sábado, o presidente Michel Temer, na tentativa de afastar as especulações sobre uma eventual interferência do governo na Lava-Jato, afirmou que só vai nomear o ministro que substituirá Teori Zavascki no STF após a escolha do relator das delações da Odebrecht;
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná, realizada por meio de questionário online com 2800 pessoas, mostra que 83,1% dos entrevistados acreditam que a morte do ministro Teori Zavascki foi resultado de sabotagem ao avião. A pesquisa foi realizada quinta e sexta-feira últimas. Os que acreditam que a queda da aeronave no mar de Paraty foi um acidente somam 15,6%. O instituto perguntou também se o juiz Sergio Moro, que coordena a Lava-Jato, seria o nome ideal para substituir o ministro Teori Zavascki no Supremo. Apenas 31,1% dos entrevistados foram favoráveis à nomeação de Moro pelo presidente Temer, e 65% foram contra. A maioria dos que são contra, contudo, declararam ter receio de que a Operação-Lava Jato não prossiga sem Moro, que trabalha com processos de nomes sem foro privilegiado, como empresários e políticos sem mandato. Pelas dúvidas suscitadas e até pelas declarações de Francisco Zavascki, filho do ministro falecido, relatando ameaças anteriores ao acidente, é conveniente que tudo seja apurado a fundo, nos mínimos detalhes.

Oprimida básica de Jair Bolsonaro no gay desinformado

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Amigo de Teori, Odone afirma que ministro vinha sofrendo ameaças

Amigo de Teori Zavascki há mais de 40 anos, o ex-presidente do Grêmio Paulo Odone falou ao jornal O Globo que o ministro do STF trabalhava nos processos da Lava Jato mesmo quando viajava à praia e que não dava importância a ameaças, recebidas principalmente por meio de redes sociais.
— O que ele disse que teve de pressão foram os radicalismos das redes sociais, principalmente quando deu despacho em relação ao Lula (o ministro anulou a validade de escutas telefônicas entre os ex-presidentes Lula e Dilma), em relação ao impeachment. Fizeram ameaças pela rede social, protesto na frente do edifício dele aqui em Porto Alegre. Fizeram ameaças de morte, coisa assim, contra filhos, a ele. Mas isso passou também — contou, acrescentando:
— Não tinha jeito, qualquer decisão tinha gente de esquerda ou direita reclamando. Ele dizia: "Não posso pensar nisso. Minha função é aplicar a lei e a Constituição”.

Comunismo é doença?

Como e por que o avião que conduzia o Ministro Teori Zavascki caiu no mar?

Avião que transportava o ministro do Supremo Teori Zavascki não tinha caixa-preta, mas possuía gravador de voz. E segundo a imprensa, a FAB recuperou “o Voice Recorder” da aeronave e já confirmou que equipamento está em bom estado.
O avião no qual morreu o Teori Zavascki e que caiu nesta quinta-feira em Paraty, litoral do Rio de Janeiro, era do modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM e, segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave se encontrava com a documentação em dia e sem problemas técnicos.
Osmar Rodrigues, piloto do avião também estava acostumado a usar aeronave, além disso, era exímio conhecedor da rota, a ponto de alguém, na imprensa, fazer o seguinte comentário: “Voar do Campo de Marte para Paraty, era mesmo que ser o caminho da roça para Osmar”.
Então, o que pode ter acontecido?
Chovia muito na região e o piloto, provavelmente, voava acima da camada de nuvens, sem nenhuma referência visual. Considerando o tempo de voo, deduziu estar perto da pista do aeródromo de Paraty. Nesse momento decidiu furar a camada e como a nuvem estava muito próxima da água (teto muito baixo), a aeronave perdeu a sustentação. O piloto percebeu e tentou subir, mas, infelizmente bateu com asa direita na água. O resto, vocês já conhecem através da imprensa.
Se não for provado nenhum tipo de sabotagem, para que o avião perdesse altura sem o controle do piloto, o acidente deve ter ocorrido nos moldes explícitos no texto acima.
Curiosidade:
Em 12 de outubro de 1992, outro acidente semelhante, aconteceu com o helicóptero que conduzia o deputado Ulysses Guimarães de Angra do Reis (RJ) para São Paulo e que caiu no mar pelo mesmo motivo. A bordo da aeronave, também estavam sua esposa, Mora Guimarães, além do ex-senador Severo Gomes, a esposa e o piloto. Ninguém sobreviveu. O corpo de Ulysses foi o único entre as vítimas que até a presente data, nunca foi encontrado.
Alfo Cunha

Todo mundo odeia o Trump. Menos os normais

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Vai ver que o TRUMP está no caminho certo !!!

Presos interrompem rebelião em presídio do RN para culto evangélico

Parte dos presos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, interromperam a rebelião que acontece desde sábado (14) para a realização de um culto evangélico nesta sexta (20). Os detentos entoaram músicas religiosas e fizeram orações.
Além de um violão, os presos contavam com caixa de som, microfones, cadeiras de plástico e até um púlpito para a celebração religiosa.
Apesar da pausa para o culto, o clima continua tenso na unidade prisional. Desde sábado, pelo menos 26 presos já morreram na rebelião. Na manhã desta sexta os presos continuavam soltos pelos pavilhões e pelos pátios do presídio. Também era possível ver detentos sobre os telhados da unidade.
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, está em Natal e disse que o governo federal não vai "admitir descontrole". Militares das Forças Armadas estão na capital potiguar para garantir a segurança nas ruas.
Também nesta sexta (20), cinco presos do PCC se negaram a sair de Alcaçuz para progressão do regime fechado para o semiaberto. Outros onze detentos foram levados de Alcaçuz para o Complexo Penal João Chaves, onde deverão cumprir o semiaberto. Nesta situação, eles passam o dia fora da unidade e só voltam para dormir. Um outro preso saiu pela porta da frente de Alcaçuz em cumprimento a um alvará de soltura.
Nesta quinta-feira (19), houve novo confronto entre os presos. A PM diz que há mais mortos, mas ainda não sabe quantos.
Onze presos deixaram a Penitenciária nesta sexta em cumprimento a ordens judiciais de progressão do regime fechado para o semiaberto. Um preso saiu por força de um alvará de soltura e outros cinco - membros do PCC - se negaram a deixar a unidade, apesar de terem direito a progressão de regime.
Transferências
Mais de 200 presos já foram transferidos de Alcaçuz desde o último sábado (14).
Na segunda-feira (16), cinco presos foram retirados de Alcaçuz. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, entre eles estão os chefes do PCC, facção que promoveu a matança de presos entre o sábado (14) e o domingo (15) dentro da unidade. Os presos transferidos foram Paulo da Silva Santos, João Francisco do Santos, José Cândido Prado, Paulo Márcio Rodrigues de Araújo e Thiago Souza Soares.
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